Novas bases curriculares vão destruir a disciplina “História”

O conceito de história que poderia arrancar ideologias utópicas de enfatuação é o de “Identidade Nacional” e “História Pátria”. Conforme se entende que instituições contêm história e não as nações, se compreende também que pátrias preservam sua história. Dizer o contrário é avançar contra a realidade.

Algo declarado para preservar, como a história de uma pátria, pode acabar com achismos e expectações sobre um futuro utópico num piscar de olhos. Retirando totalmente as expectativas sobre tornar uma nação histórica. Todos os governantes totalitários visaram isso no passado e continuam no presente, colocando a história nas futuras gerações como algo relativo e sem importância. E sobrepõem as situações passadas como acontecimentos não tão distantes da realidade atual, tornando os indivíduos que a estudam completamente loucos, por obtusidade e inexperiência com o discernimento sobre o próprio tempo.

E assim se tornou o curso da história brasileira. Identidades nacionalistas formadas prontas para praticar um culto à benevolência obtusa. Essa que, massivamente corre nas burras interpretações do passado, como indicações de tempo, acontecimentos e relativizando o próprio discernimento do certo e do errado.

Isso sem ao menos levar em conta toda a hipocrisia efetuada por essa multidão de “desentendedores”. Pois “nação” é similar com a concepção de “naturalidade”. Contexto simples como: O sujeito tem naturalidade de tal país. E não o contrário. O ponto principal de tudo isso, é sobre as pessoas poderosas que adoram fazer de conta de que o significado de uma palavra pode ser mudado. E realmente, somente por optar a praticar uma mudança sobre o contexto de uma palavra, é simplesmente fazer com que todo o processo histórico já escrito e documentado seja ilegível, dissimilar e desarmônico com a realidade atual.

Sujeitos que fazem isso, na melhor das hipóteses são imorais. Nas piores são psicopatas. O enferrujamento da interpretação histórica começou a se fundir com a educação brasileira há muito tempo, o problema é que não irá cessar em curto prazo.

Vejamos então as notícias recentes sobre o curso de História que o MEC pretende acrescentar. Ou melhor, retirar. De acordo com a notícia, MEC visa retirar Idade Antiga, Idade Média e a parte geral da Europa do Currículo de História. Como já explicado pelo “Conde Loppeux”, em seu vídeo, a única coisa que os alunos poderão usufruir destas novas aulas, será a confusão inevitável. Mudar o significado de uma palavra já nos pesa, imagine omitir a história do mundo, aliás, a história da criação do Brasil, cujo vale de acontecimentos ligados à Europa.

O objetivo é claro e meticuloso. Alunos sem referências sobre a Idade Antiga e Média são alunos sem referências dos conceitos “Direito Romano, Filosofia Grega, Moral Judaico-Cristã”. Uma população já imersa no politicamente correto e influenciada por “intelectuais” progressistas, não só terá a destruição da educação, como também, a retirada de uma das últimas matérias que ainda restava algo digno.

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