VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, O QUE FAZER?

Passado o fatídico 08 de março e todos seus alvoroços, alguns temas saltaram nas redes sociais como sempre. Feminismo, machismo, estupro, liberdade da mulher, etc… Mas um deles sempre me chamou a atenção e eu nunca escrevi de fato sobre ele. É a violência contra mulher.

Todo tipo, sejam abusos, agressões, roubos seguidos de morte, sequestros e até xingamentos. Todos esses tipos de violência me chamaram a atenção e me fizeram refletir após algum tempo de pesquisa. Finalmente resolvi escrever um mero pitaco sobre o tema.

Alguns homens tendem a desmerecer a questão e logo dizer que é frescura ou algo do tipo, mas não é isso que farei aqui. É muito equivocado dizer que a violência contra a mulher não existe ou que não é algo importante a ser tratado. Existe e eu entendo perfeitamente as mulheres que sentem medo de andar em certos locais ou visitar determinados lugares. Porém, algo que farei de diferente aqui é o tratamento que se deve dar a esse problema. Esse tratamento começa a ser feito através da causa de tal fenômeno, passando por quais possíveis medidas poderão melhorar tal situação e uma breve conclusão.

Gostaria de dizer que nesse texto você não verá como solução a “educação do homem machista”, ou a “desconstrução da sociedade patriarcal”. Não moça, sinto muito (não sinto na verdade), mas não, pois não penso que isso seja eficaz. A culpa não é do “machismo”, do “patriarcado”, da “cultura do estupro”, etc… A culpa é da natureza falha do ser humano.

Isso acontece pelo simples fato de seres humanos se aproveitarem dos mais vulneráveis. Por isso um homem tem maior potencial agressivo para atacar uma mulher — na maioria dos casos, e ele fará isso, não tenha dúvidas. Em toda história foi assim, um ser humano mais forte se aproveitando de um outro mais fraco.

A grande diferença na verdade, mora no que podemos fazer em relação a isso. Ao passo que feministas com seus protestos, campanhas e afins não resolvem absolutamente nada e só fomentam um movimento de ódio entre os sexos que só serve de braço ideológico de certos partidos, entre outras atrocidades como ideologia de gênero, as pessoas sensatas pensam em como melhorar essa situação.

Eu, particularmente, acredito que a questão do desarmamento é um fator essencial para melhorar isso às mulheres (quase 200.000 mulheres por ano se defendem de ataques usando armas de fogo, só nos EUA!!!). Além disso, o treinamento e preocupação com a segurança também têm de aumentar entre as mulheres. Não adianta nada essa discussão toda se não estiverem dispostas a aprender a se defender.

Quantas mulheres você conhece que praticam alguma arte marcial com intuito de defesa pessoal?! Quantas estariam dispostas a aprender a operar um armamento, desde armas de fogo até facas, bastões e outras armas brancas?! Pois é…

Isso sim muda algo.

Outra coisa, planejamento preventivo, evitar locais já notoriamente perigosos, evitar demorar para entrar no carro, evitar demorar para sair com o carro, etc… Sabe todas aquelas “bobeiras” que também servem para homens, mas que a maioria de nós ignoramos?! Acontece que para mulheres isso pode ser ainda mais perigoso.

Se eu faço isso, eu, que tenho 1.90m, 120 kgs pratico artes marciais desde os 10 anos, etc. quiçá uma menina de 1.60m e 60kgs! Tem que fazer e tem que fazer MUITO!!!

Estamos tratando aqui de um problema de segurança com qualquer outro com vítimas em comum. O que se faz nesses casos?! Tenta-se entender o que tem de comum entre os crimes e combatê-los nesse ponto.

Vários crimes iguais.

O que eles têm em comum?! Mulheres como vítimas.

O que faremos?! Diminuiremos as chances da mulher ser colocada em posição de vítima!!!

Isso não solucionará o problema da violência contra a mulher no Brasil, seja domiciliar, seja por abusos nas ruas, seja por abusos em outros ambientes. Mas com certeza é um caminho melhor do que lutar para colocar um shorts…

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