Instituições Revolucionárias

Segundo a própria história, as instituições criadas pelo homem sempre foram e sempre serão de extrema importância para a sociedade. Como dito em meu último artigo “Filosofia da História – Parte 2” existe uma base para que uma sociedade evolua gradativamente. Através disso, o homem passou a criar novas estruturas – muitas vezes sem a menor consciência – cujo logo se nomeia instituições. Por sua vez, percebemos que estas criações são naturais, pois os próprios surgimentos delas não foram completamente identificados. Portanto, podemos concretizar o fato de que as instituições que carregam com elas a moral judaico-cristã, direito romano e filosofia grega, são, sem exceção, uniformes à sociedade.

O que assistimos nos dias atuais, neste mundo abarrotado de indivíduos sem referências civilizacionais, são a cultura e as próprias instituições sendo expostas como objetos frágeis, onde podem e devem ser quebradas. Nem pretendo explicar inteiramente a burrice que isso soa, pois, uma vez a destruição de uma base inicia-se, os próprios intendentes de tal ação também cairão em sua demolição, assim como foi o próprio Império Romano.

O cerne de tudo, são estas novas instituições criadas pelo Estado, cujo objetivo é desmantelar outras instituições – as mesmas que criaram o Estado. O exemplo mais cabível a ser colocado como, foi o golpe de estado nos EUA: O “casamento” “homo afetivo”.

Primordialmente, este assunto “casamento homo afetivo” contém palavras extremamente ilegíveis e confusas. O sentido exposto na frase tenta exprimir uma idéia de um suposto casamento homossexual, o que é incoerente, pois o conceito de casamento não é atingível àqueles “casais” que não seguem a ordem da potencialidade. Isto é, casais cuja ordem natural não permite uma reprodução (homossexuais), casais que seguem a ordem natural (heterossexuais). Por isso, o conceito de casamento eleva a potência reprodutiva da relação. Mesmo o casal ainda não optando por ter filhos ou, por aspectos patológicos não conseguirem. Só existe essa potencialidade entre macho e fêmea.

Outro erro que cometem, é a expressão “homo afetividade”. Primeiramente, homo afetividade todos têm. Não quer dizer que todos são homossexuais. É algo completamente diferente. Homo afetividade, pelo seu conceito tradicional, é o afeto que tal indivíduo sente pela pessoa do mesmo sexo, contudo não sente atração sexual. Um exemplo claro é a afetividade que um filho tem com seu progenitor. Uma mãe tem pela sua filha e por aí vai. Mas, é claro. Todas as palavras que tem “homo” para estas pessoas é algo relacionado à sexualidade ou o ato sexual. Assim como pensa nossa presidenta’, a mulher-sapiens.

Contudo, o maior erro de toda essa história do casamento gay nos EUA, não foi a deturpação de conceitos e palavras, erros gritantes para qualquer letrado que se preze, pois, isso já era algo que vinha acontecendo de antemão. Acredito ser predominante a consciência do leitor sobre a legislação brasileira. Se conhecer, sabe que está completamente errada comparada à norte-americana. Do Brasil para os Estados Unidos, existe uma diferença muito grande que é a Democracia e aqui temos o Orwellianism (Referência ao livro: Nineteen Eight Four, onde retrata uma ficção de um estado Totalitário), ou Orweallismo. Outra grande diferença, é que nos EUA cada estado tem sua Legislação. Ou seja: Cada estado tem suas próprias leis, levando em consideração se um é mais republicano e outro mais democrata. E o golpe, começa exatamente aqui. Nos EUA, já que um estado diferencia suas leis do outro (exemplo: Califórnia que é um estado mais democrata e, Texas, um estado mais republicano), então nem mesmo o Presidente – apesar de todo o seu poder por cima do Parlamento – pode interferir em leis de Estados cuja Legislação ou o Povo não permita.

Acontece que nos EUA, já estamos cansados de saber que o “casamento homossexual” foi imposto em todos os estados. Até mesmo os mais republicanos, cujo jamais aceitariam tal absurdo. Por estas e outras razões, foi um golpe. Criando-se, ou melhor, aprimorando a instituição “Família” aos veres do poder. Esta que é uma instituição anterior ao estado, do qual jamais poderia ser modificada a não ser pela própria.

One thought on “Instituições Revolucionárias

  1. Daniel Fernando

    Por isso que eu acho que esses viados militontos de esquerda devem ir para guilhotina!

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