A Estratégia “Cloward-Pivens” no Brasil

Sempre quando havia problemas preocupantes da economia, soluções agravantes para uma sociedade sempre foram procuradas a serem praticadas, onde muitas vezes, foram adotadas medidas que procurariam justificar os meios. Ultrapassando limites de nossa realidade, ocasionando acontecimentos sobre confrontações de hipóteses, precedentes à ideologia, esquecendo-se de todo cálculo subjacente real dos fatos, mostra que a ideologia comunista ou qualquer progressista ligada ao meio, provém de ligações cujo objetivo é a diluição da sociedade moral, individual e econômica por meios – ironicamente – econômicos.

Por muito tempo, a ação dos esquerdistas tratava-se de princípios individuais e coletivos como a liberdade, mas, sempre visando uma totalização estatal sobre a população. Claro que a Liberdade por si mesma não pode ser um princípio, pois ela é derrubada a partir daquilo que você considera liberdade e, pelo outro indivíduo, outro tipo de liberdade, e pelo fato da liberdade ser ações. Desta forma, os Liberais também são enganados e acabam ajudando a própria esquerda nesse sentido – mas este é outro assunto. Através destas visões de mundo, procuram encarnar na economia em si e no mercado, caprichos subjetivos relativistas através de um estado total. Para que haja um Estado Totalitário, basta que a sociedade não tenha consigo referências morais a ser seguidas. Destrói-se a Religião, Família e muitas vezes, até a função primordial do Estado, ao impor a ele, ações que ultrapassam sua capacidade original posterior às outras instituições.

Pela parte epistemológica, o Brasil sofreu tais mudanças no passado. Já recentemente, cerca de 10 a 15 anos, as mudanças econômicas se iniciaram. A Estratégia Cloward-Piven foi apresentada como plano imediato desde o governo Lula. Adotando, por sua vez, o chamado Neoliberalismo, cuja parte teórica e concreta, é apenas mais uma maquiagem para o Socialismo. E assim se tornou o mercado, bancos e a economia. Baseados expansivamente em uma estratégia de fazer com que os Bancos imprimissem dinheiro feito loucos, arrecadando a enorme taxa de inflação na moeda. Este tipo de ação estatal, mais atrapalha do que ajuda em qualquer meio que se possa pensar. O “New Deal” foi assim. Por que, no Brasil, a intervenção Estatal seria diferente?

Porém essa estratégia não se resume a um mero fato econômico, como já foi dito. A diluição da sociedade moral é o que eleva o Estado. E, mesmo se existir um estado totalitário e a sociedade tiver uma moral, parcialmente, em pouco tempo essa sociedade irá ruir assim como qualquer sociedade que rompa com os deveres de cada área. Podemos dizer que é um erro monstruoso pensar em uma explicação econômica como se fosse um objeto físico, por exemplo. Mas ela funciona exatamente desta maneira. Essa ciência social, juntamente com toda a prática e programação comunista através da subversão, consiste em camuflar as reais tendências do Neoliberalismo, dando a entender de que essa tal “estratégia C-P” não existe e trata-se de uma “teoria da conspiração”.

Como nós vemos em nossa política econômica atual, já passou de um fim nesta estratégia. Ela ruiu aproximadamente 90% do que tínhamos de economia sólida e resistente. Bancos, Empresários internos e externos, simplesmente escravos – muitos por vontade própria – do governo.

Aqui podemos já enxergar um fenômeno físico: Indignação popular, e a miséria cada vez mais próxima.

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