100 milhões de mortes na conta do COMUNISMO

O socialismo matou mais de 100 milhões de dissidentes e espalhou o terror, a miséria e a fome por um quarto da superfície da Terra. Todos os terremotos, furacões, epidemias, tiranias e guerras dos últimos quatro séculos, somados, não produziram resultados tão devastadores.

Quando se fala dos 100 milhões de vítimas do socialismo, isto se refere a pessoas assassinadas de propósito, por ordem de governantes, em tempo de paz. São vítimas de genocídio deliberado. Seu número não inclui em soldados mortos em combate, nem vítimas civis da guerra ou de crimes comuns, nem muito menos taxas de mortalidade infantil ou cálculos de diminuição da expectativa de vida média por conta da ineficácia econômica do socialismo. Se incluísse o total, na mais modesta das hipóteses, duplicaria. Mas, mesmo sem isso, 100 milhões já bastam para tornar o socialismo, desde o simples ponto de vista quantitativo, um flagelo mais mortífero que duas guerras mundiais somadas, mais todas as epidemias e terremotos deste e de vários séculos.

O socialismo não é de maneira alguma uma ideia decente, que se possa discutir tranquilamente como alternativa viável para um País. É uma doutrina hedionda, macabra, nem um pouco melhor que a ideologia nazista.

Nenhuma exploração capitalista, por mais “selvagem” que a rotulassem, conseguiu matar de fome multidões tão vastas quanto as que pereceram durante a estatização da agricultura na URSS, o “Grande Salto para a Frente” de Mao Tsé-tung ou os experimentos socialistas em vários países na África. Nenhum regime direitista jamais matou, prendeu ou torturou tantos militantes esquerdistas quanto Stalin, Mao, Pol-Pot ou Fidel Castro. É uma questão de fazer contas.

Se os socialistas tivessem um pingo de respeito por seus próprios direitos humanos, deixariam que a velha e boa democracia burguesa os protegesse contra a tentação suicida de implantar o socialismo.

O sistema capitalista soluciona o problema da escassez ao reconhecer o direito à propriedade privada honestamente adquirida.
No sistema socialista, diferentemente do capitalista, as propriedades que servem como meios de produção são coletividade, não possuindo proprietários. Só os “zeladores” pode comandar os meios de produção.

Qualquer experimento socialista sempre acabará em fracasso por 5 motivos:
1º O socialismo resulta em menos investimentos, menos poupança é um padrão de vida menor.
Isso é evidente, pois o socialismo visa “secar” os investidores, assim, impedindo com que haja uma boa preparação para o futuro.
2º O socialismo resulta em escassez, ineficiências e desperdícios assombrosos.
Como é algo que se baseia através da troca, os bens produzidos não tem “valor”, portanto, quem produz não tem como saber se a maneira que está produzindo é eficiente ou não, desejado ou indesejado, racional ou irracional… Já que não tem a permissão de aceitar ofertas de outros empreendedores que queiram utilizar seu meio de produção. Ele não tem como saber quais oportunidades está perdendo.
3º O socialismo resulta na utilização excessiva dos fatores de produção.
Quando não há propriedade privada e livre mercado – ou seja, quando há socialismo – os produtores estarão propensos a consumir o capital até sua total inutilização. O consumo de capital leva ao empobrecimento.
4º Redução da qualidade dos bens e serviços disponíveis ao consumidor.
O socialismo é um sistema que incentiva os produtores a serem preguiçosos.
5º O socialismo leva à politização da sociedade. Dificilmente pode existir algo pior para a produção de riqueza.

Portanto, não se iluda com as promessas de um mundo melhor, que os socialistas prometem. O socialismo é uma ideologia falida e diabólica.

Ninguém em sã consciência deve, em hipótese alguma, defender essa ideologia.

Leia: O mínimo – O. de Carvalho

os-10-ditadores-que-mais-mataram-pessoas-na-historia

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

You may use these HTML tags and attributes:

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>