O “torturador” e o controle da narrativa da esquerda.

A respeito do “torturador”, quero deixar o meu comentário mais ou menos breve. O fênomeno que vou retratar não é de forma alguma exclusivo do Brasil e se resume a isto:

Regimes autoritários de viés mais ou menos conservador são formados para bloquear a implantação de um ditadura comunista, estes periodos são recordados com amargura pelos comunistas e é perfeitamente natural que assim seja.

O que não deveria ser natural é que pessoas que amam a sua liberdade e que não gostariam de viver em Cuba, compartilhem da sua dor e do seu desprezo por um período que os perseguiu. Perseguiu a eles comunistas, que lutavam pela implantação de maravilhosas ditaduras sangrentas através de guerrilhas e de todo o tipo de atos criminosos (“atos criminosos” para pessoas de bem e não na cabeça deles).

Infelizmente, no Brasil como em outros países com a queda pelas mais variadas razões desses regimes autoritários hóstis ao comunismo, a esquerda tomou para si o monopólio da voz, se faz apresentar em público com os louros da democracia e com toda a moral do mérito pela liberdade se vai apoderando de todos os meios de influência cultural. Isto até encontrar forma de com toda a sutileza e ainda revestidos da aura de “libertadores da ditadura” impor a sua ditadura “proletária” adiada no tempo, mas cuja ambição nunca se apagou.

Neste processo de tomada de todos os meios culturais o cidadão de bem naturalmente acaba por ser induzido a se confundir a si mesmo com o guerrilheiro comunista e se convencer de que ele próprio era perseguido, quando constantemente escuta pessoas de esquerda infiltradas nos meios de influência dizendo “eu fui perseguido nessa época”.

O cidadão de bem não era perseguido porque o cidadão de bem não lutava pelo comunismo nem quer comunismo. O cidadão de bem quer ordem, justiça e a liberdade de ser deixado em paz cuidando da sua própria vida sem ser roubado, agredido ou assassinado

.mindlessdrones

One thought on “O “torturador” e o controle da narrativa da esquerda.

  1. Marcos Dos Santos

    Com tudo isso que veio à acontecer temos que homenagear os militares que foram os heróis da pátria, lutaram contra um Brasil vermelho em ruínas. Só de pensar que poderíamos ficar que nem Cuba chega a dar dor no coração.

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