Planned Parenthood e a máfia do aborto

ssc62Planned Parenthood é uma ONG americana pró aborto, fundada graças aos esforços da feminista Margaret Sanger, que defendia eugenia e aborto como forma de diminuir a população negra. De acordo com o relatório financeiro mais recente, foram realizados 264.943 abortos em 2005 e 289.650 em 2006. Mais de um bilhão de dólares compõem o rendimento total da organização, cuja margem de lucro saltou de 55.7 milhões para 112 milhões nos referidos anos, sendo que, anualmente, a verba de impostos ultrapassa os 300 milhões.

Nos Estados Unidos, cada estado possui sua legislação própria em relação ao aborto. Ainda assim, a ONG atua também em estados onde a prática não é permitida, oferecendo pílulas de indução ao aborto em duas doses, uma de mifepristona, mais conhecida como RU 486 e outra de misoprostol, mais conhecido como Cytotec, ou procedimentos clínicos para retirada do feto. O custo destes métodos pode passar de US$800 e US$1500, respectivamente. Esses serviços são oferecidos inclusive para adolescentes, mediante autorização dos responsáveis legais.

No ano passado, a diretora de serviços médicos da instituição foi flagrada negociando venda de órgãos fetais, prática condenada em território americano. A Planned Parenthood ignorou as recomendações da FDA (Food and Drug Administration), uma espécie de Anvisa americana, e como consequência, dúzias de mulheres morreram e pelo menos 1100 ficaram feridas, pelo uso desregulado da droga RU 486, considerada responsável pela morte de mais de dois milhões de nascituros nos EUA. Até então, a FDA apenas liberava o uso da substância até 49 dias após o último ciclo menstrual da mulher. Após estes acontecimentos, o tempo limite para aplicação da droga foi ampliado para 70 dias.

Um ‘estudo’ da Planned Parenthood, baseado em números incompletos e informações conflitantes, concluiu que, diariamente, uma mulher sofre ferimentos graças ao uso das pílulas abortivas. Durante a pesquisa, o uso de medicamentos abortivos combinados a gravidez ectópica culminou na morte de uma mulher e complicações sérias em outras sete, afirmando também que a pílula falhou para 1169 mulheres. Um relatório da Reuters de 2002 afirma que 385 complicações sérias aconteceram durante o período.

A Pro Life Action, ONG americana anti-aborto, descobriu, em 2010, que a Planned Parenthood planejava liberar em todas as suas clínicas o chamado ‘aborto telemédico’, método pelo qual é possível comprar pílulas abortivas perigosíssimas contatando um negociante de drogas por videoconferência, sem qualquer tipo de exame médico. O presidente de outra organização anti-aborto, Operation Rescue, afirmou que permitir que esse tipo de procedimento se espalhe aumentaria drasticamente não apenas o número de abortos realizados, mas também o número de gestantes mortas por complicações na utilização dos medicamentos sem controle.

O objetivo da Planned Parenthood é lucrar aumentando o número de abortos realizados, não importando que isso custe a vida de fetos e de mulheres. Deixo a seguir o vídeo depoimento de uma mulher que, depois de muito ajudar outras mulheres a realizarem abortos, atualmente é contra o procedimento, graças a experiência que viveu na organização, além de outros dois que ponderam mais pontos de vista sobre o aborto.

Aborto não é um direito. É um assassinato, sem chance de defesa para a vítima, que deixa sequelas tanto emocionais quanto físicas nas mulheres, quando tem a sorte de escapar com vida de procedimentos mais invasivos.

Diga sim a vida. Diga não ao aborto!

 

 

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