Como lidar com o declínio da Esquerda

Depois que a Esquerda completou sua longa marcha pelas instituições e assegurou seu papel determinante nas entidades formadoras de opinião, como as redes de notícias, o rádio e a TV, ela não perdeu tempo em usar seu novo poder para a perseguição aberta de seus oponentes políticos. Tal perseguição começou nos anos 90 e cresceu em força e vulgaridade desde então. Ofereço algumas dicas práticas a respeito do que você, enquanto indivíduo, pode e deve fazer para lidar com isso.

A “grande mídia” é admitidamente vista como moribunda e tem se tornado cada vez menos relevante com o passar dos tempos, ao passo que canais de mídia alternativa estão ganhando terreno numa velocidade avassaladora. Milhões e milhões de pessoas usam mídias e sites alternativos, sendo suas fontes primárias de informação e muitos deles tecem críticas à imigração. Isso é natural visto que, tal mídia, a despeito de suas imperfeições, reflete melhor a realidade que muitas pessoas efetivamente experimentam, especialmente em comparação com a grande mídia.

A claque jornalística, acostumada a ter o poder de manipular a opinião pública de acordo com sua vontade, parece incapaz de fazer qualquer coisa contra isso. Não surpreende, portanto, que estejam frustrados para além do que a racionalidade pode conceber e inclinados a recorrer a meios desesperados. Esses pretensiosos “policiais morais”, normalmente inflamados por discursos sobre a compaixão e a tolerância, repentinamente revelam suas verdadeiras faces e uma absoluta intolerância contra qualquer um que mostre pontos de vista com os quais discordem, bem como uma completa desumanização daqueles que julgam ser seus inimigos políticos. Para esses humanitários, arruinar a vida de alguém por algo escrito num momento de raiva na internet é perfeitamente normal.

Porém, não nos desesperemos. O desespero e a frustração que agora testemunhamos na casta jornalística são indicativos nítidos do fato que a situação no país está em processo de normalização e podem também ser vistos como um primeiro sinal dos espasmos de morte da hegemonia esquerdista. Diz-se que sempre é mais escuro antes do alvorecer e o alvorecer pode vir mais cedo do que se imagina.

O que é mais urgente nesse momento é minimizar qualquer dano pessoal contra aqueles que foram atacados ou estão sujeitos ao ataque dessas perseguições. Permitam-me que dê dez sugestões sobre o que pode ser feito.

“Sem comentários.” Com os jornalistas que fazem contato ou, em certos casos, que cometem o disparate de visitar sua casa sem convite, não vale a pena sequer que sejam tratados como profissionais sérios. Não são oponentes políticos, mas sim opositores de toda a tradição de liberdade de expressão sueca. Não agracie estes pequenos sádicos nojentos com quaisquer comentários que possam citar em seus artigos de baixo nível. Negue-se a jogar o jogo deles. Não há obrigação de fazer qualquer afirmação de qualquer natureza. Caso você se pusesse com uma câmera em mãos a fazer perguntas rudes, muito provavelmente você seria preso por assédio. Os jornalistas não são pessoas superiores a você e não têm quaisquer direitos especiais que os permitam assediar pessoas.

Dê a eles as boas-vindas que merecem. Caso apareçam em sua casa — e particularmente se você for dono da casa –, eles estarão violando sua propriedade. Existem vários meios criativos, não-violentos e legais de fazer com que desocupem o local. Caso acredite estar em risco de receber visitas de jornalistas esquerdistas, pode haver vantagem em reservar um balde de água imediatamente próximo a sua porta. O balde pode simplesmente ser esvaziado com você colocando-o na cabeça do jornalista franzino, com consciência de gênero e certificado pela comunidade LGBT que toca sua campainha com seu parceiro ou parceira de câmera. A água não precisa necessariamente ser limpa. Uma escolha mais adequada para o meio ambiente seria reaproveitar a água da última vez que você lavou sua louça ou algo do tipo. Como um amigo da Europa, é importante ter questões relativas ao meio ambiente em vista.

Negue tudo. Caso você tenha uma ocupação profissional sensível e haja perigo de perdê-la, simplesmente negue todas as alegações e certifique-se que aqueles que te assediam estão cientes que você os processará caso publiquem o que afirmam. Não diga mais nada. Você não tem obrigação de se provar “inocente” simplesmente por ter feito uso de sua liberdade de expressão e eles não possuem qualquer evidência para apresentar. Qualquer informação obtida por meio de hackeamento não tem valor como evidência e pode, teoricamente, ter sido fabricada.

Litigue, litigue, litigue. Leve tudo que escrevem até a corte. Reporte-os aos órgãos responsáveis pela ética da imprensa, processe-os por difamação e contrate um advogado. A mídia esquerdista sueca está acostumada a sair impune com suas atitudes, a não sofrer nenhuma das consequências legais devidas. Quando se trata de lidar com esse tipo de material, eles tendem a ser escorregadios e irresponsáveis e, por isso, normalmente violam diversos limites legais. Isso, por sua vez, torna eventuais casos fáceis de serem vencidos, com a possibilidade de uma gorda quantidade financeira em reparos por danos. Certifique-se de pedir reparos grandes pelos danos caso o que eles tenham publicado lhe tenha custado o emprego ou tenha feito sofrer qualquer outro tipo de prejuízo pessoal.

Boicote. Encoraje todos os seus amigos e conhecidos a boicotar os jornais que fazem parte ou aceitam esse quadro. Há cerca de dois milhões de eleitores dos Democratas Suecos no país e um número ainda maior de pessoas que têm postura crítica quanto à imigração ou que estão simplesmente fartas da grande mídia sueca. Se uma porção significativa desse segmento da população parasse de comprar a sujeira publicada pelos jornais que participam dessas campanhas stalinistas contra indivíduos particulares sua condição econômica trágica pode piorar ainda mais.

Dê a eles um pouco do seu próprio remédio. Se você faz parte de uma organização política ativista, é uma oportunidade de ouro para fazer algo bom e ainda ganhar legitimidade e a boa-vontade aos olhos do público. O apoio público para o que esses jornais fazem é virtualmente nulo e pode ser prudente fazer com que tenham responsabilidade por suas ações e respondam por elas, seja ligando para os próprios (grave a conversa) ou visitando-os em seus terrenos com sua própria “equipe técnica de câmeras” para que expliquem suas ações hostis contra a liberdade de expressão.

Estigmatize, estigmatize, estigmatize. Por vários anos a arma primária escolhida pela elite cultural para punir quem questionasse o experimento social insano da imigração em massa foi atacar e caluniar nos jornais e na TV. Como agora enfrentamos uma nova situação, onde os jornais fazem cortes de orçamento cada dia maiores e a taxa de desemprego entre jornalistas está alcançando níveis recordes, a claque jornalística passa por tempos deveras difíceis. Certifique-se que lembrará dos nomes de todos os jornalistas envolvidos nessa débâcle. Num futuro não muito distante eles podem vir a implorar por emprego em uma empresa sua ou de algum conhecido e suas submissões podem muito bem ir parar no final da pilha. Deixe que o merecido aumento do desemprego entre os jornalistas contrários à liberdade de expressão continue e permita que assim permaneça e atinja novos recordes. Em vez de nos pintarmos como vítimas, que é o que desejam, visto que isso dá um efeito desmoralizante e espalha o medo que eles querem instilar em qualquer crítico da ordem presente — esteja certo que se tornará um vencedor e deixe que a extrema-esquerda se rotule como vítima.

Construa redes de mídia. Você pode — e deve — saber que possui amigos e aliados em todos os níveis da sociedade. Se você é um dos desafortunados que perdeu ou pode perder o emprego por causa dessa bobagem toda, contate-nos no RightOn.net. Temos uma rede significante e faremos nosso melhor para te ajudar. Da mesma forma, se você for um empregador e puder ajudar, nos contate.

Vá a público. Se a ocasião na sua vida permite, vá a público, faça o exato oposto do que nossos oponentes querem que seja alcançado com esta campanha e comece a escrever em seu próprio nome. Primeiramente, isso contribuirá para desmontar ainda mais o já esfacelado estigma que circunda nossas ideias e, em segundo plano, isso maliciosamente tira dos nossos oponentes a possibilidade de “desmascarar”. Como benefício colateral, saber que você terá que defender o que escreve em público fará você evitar o risco de se expressar de maneira vulgar ou contraproducente. Caso queira desabafar, o faça em particular.

Por último e não menos importante: não desista da esperança. É normal ficar chocado e confuso quando se é alvo de uma campanha de mídia inesperada e desproporcional como essa, simplesmente por ter feito uso de um de nossos direitos constitucionalmente protegidos, que é expressar opinião em comentário feito online. Você deve se lembrar que isso é um fenômeno temporário, toda essa situação logo será esquecida e que ninguém além dos esquerdistas fanáticos se lembrará do que você escreveu. Sob nenhuma circunstância você deve permitir que esses fracassados sádicos e maliciosos te silenciem. Continue criticando a política de insanidade — se possível, duas vezes mais que antes.

Não os deixe vencer.

Autor: Daniel Friberg

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