Esgrimista paralímpica prova que o ato de não abortar, é um ato de amor

A esgrimista paralímpica Mônica Santos disse não ao aborto, ficou paraplégica e hoje brilha no que faz.
“Me tornei cadeirante em 2002 por opção. Eu estava com dois meses de gestação quando tive um angioma medular e optei por ter a neném e ficar paraplégica. Não foi uma questão religiosa. Foi uma questão humana. Acho que, se cada um tivesse um pouquinho mais de humanização, o país estaria bem melhor. No momento eu nem pensava em ser contra aborto ou a favor. O fato é que eu queria ter um bebê, ali era uma vida, e eu não queria tirar aquela vida. Acho que era um ser humano desde o momento que estava ali batendo o coraçãozinho”.
Isso prova que ainda existem seres humanos conscientes providos de muita compaixão.

Vemos que cada vez mais a esquerda quer de todas as formas fazer com que o aborto seja legalizado. Tanto é que está rolando uma votação no site do Senado para aprovar que o aborto seja regularizado nas 12 primeiras semanas de gestação, no SUS.
Chegamos à um ponto no qual feministas e outros movimentos sociais, falam tanto de amor e justiça, mas não conseguem ter um pingo de empatia por um bebê que está dentro do ventre de uma mulher.
A biologia está sendo deturpada como se todos os estudos cientificos sérios, fossem somente rascunhos que podem ser descartados a qualquer momento, da mesma forma que querem fazer ao legalizar o aborto: Querem fazer com que o feto seja considerado um amontoado de células que pode ser descartado sem problema algum, afinal, na visão de muitas pessoas, até 12 semanas pode abortar, pois não há vida.
E assim vamos caminhando para o caos completo. Ao invés das pessoas tentarem resolver os problemas pela raiz, elas querem jogar a sujeira pra baixo do tapete e fazer só o que lhes convém.

Aqui segue um vídeo que expõe argumentos contra a legalização do aborto:

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