O patético discurso de Meryl Streep, contra Donald Trump, pra variar

Texto de Marcelo de Paulos sobre o patético discurso de Meryl Streep no Golden Globes: Fonte: (clique aqui)

Ela estava recebendo um daqueles prêmios pela carreira, logo tinha o privilégio de subir com um discurso preparado. E talvez a coisa toda estivesse combinada.

No evento organizado pela imprensa estrangeira do entretenimento, ela começa falando que os três segmentos mais vilanizados da sociedade americana estão ali: Hollywood, estrangeiros e imprensa.

Um minuto para digerir. Ela disse que Hollywood — ela e seus colegas que faturam muitos milhões para depois querer “redistribuir” os milhões dos outros — é vilanizada. Ok, vamos em frente.

Estrangeiros? Passou uma lista enorme de atores nomeados na noite para demonstrar que “sem os estrangeiros, só restaria o futebol americano e as artes marciais mistas (MMA), que não são as artes!”

Perceberam o truque? Ela quer que o clamor por cumprir as regras que limitam a imigração ILEGAL para os Estados Unidos seja recodificado como “ódio por estrangeiros” ou um desejo de mantê-los fora da América.

Este é o clássico “straw man argument” (o argumento do espantalho): você pega o argumento de quem pensa diferente de você, caricatura em algo muito horroroso e depois fica vociferando contra a caricatura.

Por fim, a imprensa. Ela disse que a imprensa livre precisa “ser vigilante do poder”. Pergunta, dona Meryl: onde esteve essa imprensa nos últimos oito anos, a não ser vazando perguntas para a Hillary antes dos debates ou escondendo todos os escândalos, fracassos e tragédias do governo Obama? AGORA a imprensa precisa ser vigilante? Tá bom.

Agora, a parte que mais repercutiu foi a declaração “emocionada” dela contra o deboche que Donald Trump teria feito de um repórter deficiente. Isso é uma mentira perpetuada pelas insistentes repetições.

Um repórter deficiente do New York Times estava cumprindo seu papel de troll com a campanha do Trump quando foi ridicularizado pelo candidato em um comício. O link abaixo prova que ele ridiculariza a todos da mesma forma — uma forma infantil e de mau gosto, na minha opinião.
(clique aqui)

Mas foi exatamente essa forma politicamente incorreta de Donald Trump que fez com que ele quebrasse as amarras de silêncio que a imprensa esquerdista americana sempre impôs aos candidatos republicanos.

Hollywood, imprensa e academia descobriram que não conseguem domar o Trump — e isso os deixa furiosos. Os bons atores (Barack Obama entre eles) conseguem ainda fingir que sua motivação é a bondade ingênua. Mesmo quando não conseguem distinguir na sua atuação uma voz embargada de uma afonia.

PS: A expressão nas caras de Mel Gibson e de Vincent Vaughn enquanto ouviam aquela baboseira está impagável. Nem todos em Hollywood são bobocas…

One thought on “O patético discurso de Meryl Streep, contra Donald Trump, pra variar

  1. vitor hugo alves de araujo

    Texto muito bom, realmente a esquerda não sabe perder!

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