A absolvição de um assassino e um traficante

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De acordo com as informações do G1, integrante do PCC é acusado de balear 4 é solto por não colocar ‘em risco a sociedade’. Decisão foi tomada em audiência de custódia na tarde de quarta-feira (8.03.17).
Juíza entendeu que se tratava de acerto de contas de grupos criminosos.




O assassino de 20 anos baleou quatro pessoas na madrugada de quarta (8) no bairro Ingleses, em Florianópolis foi solto na mesma tarde em audiência de custódia por não colocar “em risco a sociedade”, conforme decisão da juíza Erica Lourenço de Lima. Para a Polícia Militar e juíza, ele, que tem 14 passagens policiais, confessou ter atirado.

Pelo documento, a juíza considera que “tudo indica que trata-se de um acerto de contas entre membros de facção criminosas, o que não coloca em risco a sociedade, já que é um fato isolado e determinado”, diz a decisão.

A PM atendeu a ocorrência à 0h20, na Estrada Dom João Becker. As quatro vítimas estavam em frente a uma lanchonete quando foram atingidas. Conforme a Polícia Militar, o suspeito foi preso após o crime, próximo à comunidade do Siri, no mesmo bairro.

Pelo depoimento do assassino na audiência, ele assumiu a autoria e disse que direcionou cinco disparos a um outro grupo criminoso, com o auxílio de um comparsa. Entretanto, o próprio suspeito confessou que a mulher atingida entre os homens “não era alvo, apenas estava no meio deles”.

Ainda na decisão, a juíza complementa que “a prisão do indivíduo pode colocar em risco sua vida”. A liberdade provisória ao suspeito foi dada com a condição de não voltar a praticar crimes, comparecer mensalmente em juízo e permanecer em casa entre 22h e 6h.

O acusado já possuia condenação em primeira instância por tráfico de drogas. O outro suspeito do crime segue foragido.






JUIZ DE RIO GRANDE DO SUL ABSOLVE TRAFICANTE 

As informações são do portal justiça

A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, em julgamento da Apelação Criminal o traficante de drogas ilícitas foi absolvido em sua apelação, sob a tese de que a arma era utilizada para proteção pessoal em razão do comércio de entorpecentes praticado e ao guarnecimento da atividade ilícita.

Em outras palavras pode se dizer que o bandido tem direito a portar uma arma para a sua defesa contra os outros bandidos de outras facções, pois necessita pela atividade de risco que pratica.

É no mínimo inusitado, para não dizer estranho que o Poder Judiciário considere lógica a absolvição por atipicidade o crime de porte ilegal de arma, quando for cometido em defesa do criminoso para se defender dos demais criminosos.

Pergunta-se:. Como fica a defesa do cidadão de bem, que não tem direito a porte de arma para se defender dos criminosos que o Estado não consegue colocar na cadeia.

Para conhecimento do mundo jurídico e da população em geral é que o Portal Justiça dar propulsão a divulgação do Acórdão, conforme segue:

Imagina o cidadão comum, pagador de impostos, trabalhador for pego com uma arma…

 

Escrito por Camila Abdo

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