Santander… Arte ou Crime? Imagens e vídeos

Em Porto Alegre, o Banco Santander, que em 2016, obteve um lucro de R$7,3 bilhões de reais, reccorreu a lei de incentivos fiscais á cultura, conhecida como Lei Rouanet, obtendo quase R$ 1 milhão de reais, na exposição Queermuseu (Museu Gay), sediada no prédio da fundação Santander Cultural na cidade.



 

Fonte: http://versalic.cultura.gov.br/#/projetos/164274



 




 

A exposição, que conta com o apoio de Maria do Rosário e Lucia Genro, gerou revolta e mobilização, obrigando o banco a encerrar a exposição 1 mês antes do previsto, alegando que entende a revolta popular por promover escárnio a figura de Jesus Cristo e colocar crianças travestidas como prostitutas.

Entre diversas obras, sob o argumento de “defesa a liberdade sexual, liberdade e expressão artística e das liberdades democráticas”, podemos observar incentivo a prostituição infantil, zoofilia, pedofilia e escarnio a fé cristã.




 



Leia a íntegra a mensagem pelo enviada pelo Santander:

Agradecemos seu contato sobre a exposição Queermuseu – Cartografias da diferença na Arte Brasileira.

Reconhecemos que, além de despertar a polêmica saudável e o debate sobre grandes questões do mundo atual, infelizmente a mostra foi considerada ofensiva por algumas pessoas e grupos.

Nós, do Santander, pedimos sinceras desculpas a todos aqueles que enxergaram o desrespeito a símbolos e crenças na exposição Queermuseu. Isso não faz parte de nossa visão de mundo, nem dos valores que pregamos. Por esse motivo, decidimos encerrar antecipadamente a mostra neste domingo, 10/09.

O Santander Cultural tem como missão incentivar as artes e dar luz ao trabalho de curadores e artistas brasileiros, para gerar reflexão positiva. Se esse objetivo não foi atingido, temos o dever de procurar novas e diferentes abordagens. Seguimos, portanto, comprometidos com a promoção do debate sobre diversidade e inclusão, entre outros grandes temas contemporâneos.



Minha opinião:

Embora o Santander se apoie na defesa da diversidade sexual e da identificação de gênero, a mostra “cultural” (o conceito de arte e cultura são subjetivos) traz uma visão bestial a figura do homossexual e transgêneros.

Explico:  A mostra expõe um denso material de zoofilia, pedofilia e prostituição infantil, bem como profanação dos símbolos cristãos, em nome do combate a LGBTFobia, o que nos leva a crer que tal grupo citado seja condescendente com tais praticas, o que eu discordo totalmente.

Ligar a figura do homessexual/transgênero a tais bestialidades é tão ofensivo quando o preconceito aos mesmos.

Santander não ofendeu apenas aos cristãos, ofendeu a uma enorme parcela da comunidade LGBTS que discordam dessas práticas.



Vídeos sobre a exposição

A favor da exposição:




Contra a mostra:




Camila

About Camila Abdo

Jornalista (MTB - 0083932/SP; Associação Brasileira de Jornalista -ABJ- 2457) , com cursos nas áreas de jornalismo digital, jornal impresso, fundamentos do jornalismo, jornalismo investigativo, assessoria de imprensa e comunicação interna. Estudante de direito (Unip) e história (Anhanguera), possuo diversos cursos de especialização na área de psicologia/psicopatologia, entre eles: urgências psiquiátricas, perícias criminais, psicopatologia da infância e adolescência, transtornos de personalidade, terapia cognitivo-comportamental, psicanálise: teoria e técnica, gestalt terapia, criminologia, sexualidade - normal e patológica, psicofarmacologia, psicologia forense, neuroanatomia, abuso sexual infantil, predadores sexuais, psicologia social e violência doméstica, enfermagem em saúde mental, medicina legal e psicologia penitenciária. Certificado INBOUND pela HUBSPOT ACADEMY. Meu canal: https://www.youtube.com/c/CamilaAbdoCalvo

3 thoughts on “Santander… Arte ou Crime? Imagens e vídeos

  1. Anônimo

    Reacionários falando sobre arte são iguais a crianças falando sobre Mecânica Quântica…

    • O Retrógrado

      vdd, senhor anonimo.

    • Robson Nunes da Silva

      Esquerdistas falando sobre arte são como cães famintos que alimentam-se do próprio vômito.

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