Aborto: Direito ou assassinato?




Mulheres que fazem abortos têm quase o dobro de risco de desenvolver problemas mentais em comparação com as demais pessoas, segundo estudo. A pesquisa descobriu que o aborto afeta a saúde mental e pode causar ansiedade, depressão, alcoolismo, abuso de drogas e suicídio. As informações são do Daily Mail .
O estudo foi baseado em uma análise de 22 projetos separados que avaliaram as experiências de 877 mil mulheres, das quais 163,831 tinham abortado. Os resultados apontaram que mulheres que se submeteram ao aborto tiveram um risco 81% maior de problemas de saúde mental e quase 10% das doenças mentais mostraram ligação direta com o ato.

A pesquisa concluiu que o aborto estava relacionado a 34% de aumento de chances de transtornos de ansiedade, 37% de depressão, 110% de aumento de risco do abuso do álcool, 220% do uso de maconha e 155% mais chances de suicídio.




A história do aborto

A história do aborto, segundo a Antropologia, remonta à Antiguidade. Há evidências que sugerem que, historicamente, dava-se fim à gestação, ou seja, provocava-se o aborto, utilizando diversos métodos, como ervas abortivas, o uso de objetos cortantes, a aplicação de pressão abdominal entre outras técnicas em geral.
A prática do aborto, envolvendo métodos físicos ou químicos, já era documentada em antigas sociedades orientais. Entre 2737 e 2696 a.C., o imperador chinês Shen Nung cita, em texto médico, a receita de um abortífero oral, provavelmente contendo mercúrio. Porém, o risco da ingestão de substâncias nocivas para a saúde das mães, fez como que algumas sociedades e culturas preferissem realizar a prática do infanticídio, ou seja, a morte da criança após o nascimento. Quando os navegadores portugueses chegaram ao Japão, no século XVI, ficaram impressionados com a facilidade e frequência com que as japonesas matavam os seus filhos recém-nascidos. Em alguns lugares, adotavam-se métodos de aborto que causavam sério risco de morte para a mãe. Dentre estes métodos estavam pancadas no abdômen e cavalgadas durante horas a fio a fim de matar o feto. (1)

A legislação sobre o aborto e sua execução prática variaram segundo sua época. Muitas leis e doutrinas religiosas antigas consideravam os golpes da criança em gestação no ventre da mãe como um parâmetro para diferenciar quando a prática do aborto deixava de ser aceitável. Nos séculos XVIII e XIX vários médicos, o clero e reformadores sociais conseguiram aprovar leis que proibiam totalmente a prática do aborto. Durante o século XX o aborto induzido tornou-se prática legal em muitos países do Ocidente, todavia com a oposição sistemática de grupos pró-vida, seja por via de ações legais, seja por protestos e manifestações públicas.

A história do aborto acompanha a história das sociedades humanas e ainda se mantém em construção na atualidade, revelando aspectos importantes da chamada história das mulheres. A forma de abordagem sobre a prática do aborto sofreu alterações ao longo do tempo, em termos técnicos, éticos e jurídicos.
O aborto era defendido por Aristóteles como método eficaz para limitar os nascimentos e manter estáveis as populações das cidades gregas. Platão defendia que os abortos deveriam ser obrigatórios para mulheres com mais de 40 anos, como forma de manter a pureza da raça de guerreiros gregos. Este, talvez, tenha sido o germe da eugenia, ou seja, a ideia de ter uma raça pura, muito defendida por Hitler nas décadas de 1930 e 1940, e temida atualmente por causa dos avanços da biogenética. (1)
Sócrates, também admitia aborto, sem outra justificativa que não a própria liberdade de opção pela interrupção da gravidez. (2)
De acordo com Giulia Galeotti “Muitas das convicções que hoje são dados adquiridos constituem, na verdade, o fruto de um árduo trabalho amadurecido ao longo dos séculos: o papel da mulher, as formas de considerar o feto e a gravidez, as intervenções externas, os interesses políticos e os parâmetros de avaliação mudaram desde a Antiguidade até os dias de hoje, assumindo diferentes funções e significados.” Até o século XVIII o feto era entendido como uma parte do corpo feminino e, apesar da interferência das religiões da Antiguidade até o século XVIII, a gestação, o parto e o aborto mantiveram-se como um assunto privado de mulheres, por isso a vida da mulher e a do feto não foi colocada no mesmo plano por séculos. Até esse momento, a mulher estava associada à maternidade e o aborto acontecia principalmente nas situações de prostituição, adultério e para salvar a vida da mãe. Nas sociedades em que o aborto não era tolerado, durante a Antiguidade, isso não se dava em razão do “direito do feto, mas sim como garantia de ‘propriedade do pai’ sobre um potencial herdeiro”.

Links interessantes:

Dr Enéas fala sobre o aborto

O aborto para se igualar aos homens

Super Gonorreia, HPV e outras doenças

-Bebês que nascem vivos durante o aborto

-Ford Foundation paga o movimento feminista

-Margaret Sanger – Eugista e Nazista

 

A partir do século XVIII, com as descobertas científicas e conhecimentos médicos e a afirmação dos Estados Nacionais com a Revolução Francesa, a mulher começa a perder o conhecimento sobre os saberes do corpo e, especialmente, dos saberes ligados à reprodução. Consequentemente as visões sobre gravidez, parto e aborto também vão se alterar. O feto passa a ser considerado como entidade autônoma, o que traz consequências tanto para as reflexões da Igreja como para o Estado. As conquistas científicas do século XVII e XVIII vão influenciar a demografia e a política do Estado quanto ao papel da mulher e sua importância para a reprodução de futuros cidadãos. O papel das parteiras tradicionais também é alterado e estas passam a ser o bode expiatório do grande número de mortalidades maternas. As parteiras passam a receber treinamento de médicos e seu campo de ação é restringido. Ao mesmo tempo em que era desenvolvido esse processo, passa a ser perigoso para a saúde as práticas (de parto e aborto) quando realizadas pelas próprias mulheres ou pelas parteiras não capacitadas, agravando o risco para a vida da mãe, além do estabelecimento de punições para a prática do aborto.

Durante o século XIX e entrando pelo século XX, o Estado passa a tutelar o nascituro e a reprimir o aborto. A diminuição do número de nascimentos no início do século XX exige dos Estados a tomada de decisão sobre o aborto. As primeiras legislações sobre aborto aparecem de forma sistemática no século XX, com a definição e penas para tal crime. Surgem nesse período pessoas capacitadas para realizar o aborto, mesmo sendo a prática ilegal, de forma mais segura do ponto de vista da saúde, mas que não elimina o risco de penalidades. A produção e difusão em grande escala dos preservativos masculinos na segunda metade do século XIX contribuiu para a diminuição do número de nascimentos na Europa e foi um fenômeno quase que generalizado.

Com o fim da Segunda Guerra surgem novos comportamentos sexuais e de demografia. A descoberta da pílula anticoncepcional proporciona à mulher a possibilidade de controlar sua fertilidade e a maternidade deixa de ser o destino de toda a mulher, assim como inicia-se o processo de separação entre sexualidade e maternidade trazido pelo movimento político denominado feminismo, nos anos 1960. E é neste quadro político que o aborto “torna-se o símbolo da expropriação do corpo e da identidade feminina”. E é nesse momento que há a cisão entre Igreja e Estado com relação à legislação específica para o aborto. Nos anos 1970 na Europa essa discussão ganha as ruas e os legisladores são chamados a discutir o assunto e a rever as leis punitivas. Vários países como França, Alemanha, Inglaterra, Bélgica, Itália, Canadá e mais recentemente Portugal e Espanha, entre outros, liberaram a interrupção voluntária da gravidez por desejo da mulher.

O tema, ainda hoje, é motivo de discussões acaloradas, especialmente nos países do hemisfério sul, onde o aborto é crime, sendo admitido, em alguns países, em situações específicas, como em caso de gravidez decorrente de violência sexual, gravidez que represente risco de vida para a mulher e má formações fetais incompatíveis com a vida extrauterina.

Aborto na Antiguidade

Neste período a prática do aborto era bastante difundida em todas as classes sociais e vozes contrárias se davam quando o interesse masculino era contrariado. O aborto era realizado por parteiras ou pelas próprias mulheres grávidas e os meios utilizados para sua realização eram “cantilenas mágicas, exercícios físicos violentos e instrumentos mecânicos”, o que provocavam, muitas vezes, danos e envenenamentos às mulheres. Na Grécia o aborto não era considerado crime, mas precisava do consentimento do marido ou do patrão, da mesma forma como o abandono de menores e o infanticídio. Nem mesmo em casos de morte da mulher a pessoa responsável era imputada, a menos que o interesse do homem fosse desrespeitado. Nesse período surgiram vozes isoladas contra o aborto com teses que levavam em consideração o desenvolvimento do feto e sua condenação estava relacionada ao momento da gestação em que ele é realizado. Em Roma o aborto não foi considerado crime. Havia os que o condenavam e as razões eram em nome do bem comum, impiedade, ofensa aos deuses, à família, à natureza e não diretamente ao feto.
Os Assírios puniam severamente a prática do aborto, aplicando pena de morte a quem o praticasse em mulher que ainda não tivesse filhos. Puniam também as mulheres que se submetessem as manobras abortivas, sem o consentimento de seus maridos, consistindo a referida punição na empalação, a qual resultava sempre em morte (Matielo, 1996, pg. 13). (2)

Na Pérsia o código de conduta da população encarava a questão do aborto do seguinte modo: se a jovem, por vergonha do mundo, destrói seu gérmen, pai e mãe são culpados; ambos partilharam do delito e serão punidos com morte infamante (Matielo, 1996, pg. 13). Assim, se percebe a substancial distinção entre o dispositivo citado e as demais previsões da época, nas quais predominavam somente castigos as mulheres que praticassem manobras abortivas, a fim de ceifar a vida do nascituro, ou a quem se auxilia. (2)
Já os persas adotavam um sistema de repressão familiar, onde não só a jovem era punida, mas também seus pais eram igualmente responsabilizados. Aqui pai, mãe e filha eram submetidos à execração pública e, por fim, eram executados (Matielo, 1996, pg. 13). (2)
Já no período da República Romana, o aborto foi considerado um ato imoral, todavia teve larga utilização entre as mulheres, principalmente entre aquelas que se preocupavam com a aparência física, o que neste período histórico possuía uma grande importância no meio social (herança do tempo do Império). Assim sendo, cresceu monstruosamente o número de abortos a ponto dos legisladores passarem a considerá-lo um ato criminoso.

Como conseqüência a Lei Cornélia punia a mulher com pena de morte se esta consentisse com a prática abortiva. Já em relação a quem praticasse o ato, aplicava-se a mesma sanção, com a possibilidade de abrandamento caso a gestante não falecesse em decorrência das manobras abortivas nela praticadas (Matielo, 1996, pg. 14). (2)
Posteriormente, surgiu o cristianismo que modificou vertiginosamente a visão que existia até então a respeito do aborto. Pois, juntamente com o nascimento do cristianismo vieram à tona diversos prismas na conceituação do aborto e a crença de que o homem possuía uma alma, e que esta era imortal. (2)
Narra Matielo, 1996, pg. 15 que “além do mais, sendo o homem criado à imagem e semelhança de Deus, não deveria então, ter o poder de vida e morte sobre os demais, atributo este exclusivamente do Criador”. (2)

A questão passou a versa sob duas correntes distintas, a primeira afirmava que o feto só adquiria alma no momento em que se separasse completamente do corpo materno, isto é, após findo o parto. A essa exigência acrescia-se que o nascente respirasse, pois a alma entraria em seu corpo, no exato momento. (2)
A Segunda corrente por sua vez, afirmavam que o nascituro recebia proteção divina desde o momento da concepção, sendo assim, contrárias as leis permissivas de abortamento. Um renomado pensador desta época, Tertuliano, sustentava que o ser em formação tinha absoluto direito ao batismo, sem o qual não poderia salvar-se para a eternidade nem ingressar no (Matielo, 1996, pg. 15). (2)

No período da civilização romana pré-Cristianismo, o existir, destarte, a satisfações materiais, o que instigava o egoísmo e suas nefastas conseqüências. Valoravam-se os homens segundo a aparência física, a qualidade intelectual e o status social. (2)

O Cristianismo procurou alterar radicalmente esta triste realidade, condenando a divisão em classes sociais de toda ordem. Dentro desta mesma pretensão se enquadrou o combate radical ao aborto e a insolúvel interrogação a cerca da alma humana. (2)

Aborto hoje.

O aborto é legalizado nos seguintes Países:
De acordo com o Center for the Reproduction Rights, 40% da população mundial vive em países onde o aborto é totalmente legalizado. Por outro lado, apenas 0,5% da população mora em nações, como o Chile, onde a prática é proibida em qualquer circunstância.
No Brasil, o aborto é legal em três casos: estupro, fetos anencefálicos ou então para salvar a vida da mulher. Confira abaixo a lista de países onde o aborto é permitido:
África do Sul, Albânia, Alemanha, Armênia, Áustria, Azerbaijão, Belarus, Bélgica, Bósnia, Bulgária, Camboja, Canadá, Cazaquistão, China, Coréia do Norte, Croácia, Cuba, Dinamarca, Eslovênia, Estônia, EUA, França, Geórgia, Grécia, Guiana, Guiana Francesa, Hungria, Itália, Inglaterra, Laos, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Moldávia, Mongólia, Montenegro, Nepal, Noruega, Porto Rico, Portugal, Quirguistão, República Tcheca, Romênia, Rússia, Sérvia, Suécia, Suíça, Tadjiquistão, Tunísia, Turcomenistão, Turquia, Ucrânia, Uzbequistão e Vietnã.

 

 

 

Margaret Sanger – A idealizadora do aborto nos EUA:

A idealizadora da Planned Parenthood foi Margaret Sanger, eugenista e simpatizante da Kun Klux Klan. Margaret queria que as clínicas fossem instaladas em bairros majoritariamente negros, pois os considerava inferiores.
Na Revista Controle da Natalidade, Sanger escreveu em maio de 1919 :
“Mais nascimentos entre as pessoas aptas e menos entre as não aptas, esse é o principal objetivo do controle da natalidade”.
A capa do número de novembro de 1921 dizia: “Controle da natalidade, para criar uma raça de puros-sangues!”.

Os vínculos entre o movimento eugenista e o movimento de controle da natalidade são numerosos e visíveis até 1942. Margaret Sanger o explica:

“O controle da natalidade, que foi criticado como negativo e destrutivo, é na verdade o mais importante e autêntico dos métodos eugenésicos, e sua integração ao programa de Eugenia outorga de maneira imediata um poder concreto e realista a essa ciência. De fato, o controle da natalidade já foi aceito pelos eugenistas mais lúcidos e sagazes, como a medida mais necessária e construtiva para a saúde racial”.

“Antes de que possam atingir seu objetivo, os eugenistas e todos aqueles que trabalham na melhoria da raça, devem em primeiro lugar facilitar o controle da natalidade. Igual que os promotores do controle da natalidade, os eugenistas, por exemplo, procuram assistir à raça mediante a eliminação dos inaptos. Ambos buscam o mesmo objetivo, mas insistem em métodos diferentes”.

 

 

 

As 5 citações seguintes refletem as convicções de Margaret Sanger:

1. “Não é necessário que circule a ideia de que queremos exterminar a população negra”

Como revela uma de suas cartas ao Dr. Clarence Gambler, datada de 19 de dezembro de 1939, Sanger incentivou a esterilização de pessoas consideradas “inaptas”, como os negros, as minorias étnicas, os doentes e os deficientes. De acordo com a organização norte-americana Live Action, o Instituto Guttmacher (antiga divisão de pesquisa pró-aborto do planejamento familiar) estimou que os afro-americanos eram cinco vezes mais propensos a recorrer ao aborto que os brancos. As clínicas de “planejamento familiar” foram estrategicamente implantadas, portanto, nas comunidades de negros e minorias étnicas. Ainda hoje, 37% dos abortos são praticados pelos membros da comunidade negra, que representa, porém, apenas 13% da população dos EUA.

2. “Eu aceitei o convite para entrar em contato com o ramo feminino da Ku Klux Klan”

Esta citação vem de um discurso de Margaret Sanger em 1926 durante reunião da Ku Klux Klan em Silver Lake, New Jersey, transcrito em sua autobiografia (A autobiografia de Margaret Sanger). “Eu fui escoltada até a tribuna, fui apresentada e então comecei meu discurso… Acho que, no fim, alcancei o meu objetivo por meio de ilustrações simples”.

3. “Eles são (…) as ervas daninhas da humanidade”, “reprodutores irresponsáveis”, “geram (…) seres humanos que jamais deveriam ter vindo ao mundo”

No livro “Pivot of Civilization”, Sanger se refere aos pobres e aos imigrantes explicando que, no caso deles, a “caridade” se baseia no erro ideológico.

4. “O controle dos nascimentos consiste, nem mais nem menos, na eliminação das pessoas inadequadas”

É em escritos como “A ética e o controle dos nascimentos” e “O controle dos nascimentos e a nova raça” que Sanger afirma que o controle da natalidade procura principalmente produzir uma “raça mais própria”, eliminando quem ela considera “inadequado”.

5. “Acho que o maior de todos os pecados é trazer filhos ao mundo”

Esta citação vem de uma entrevista de 1957 com o jornalista Mike Wallace: “Eu acho que o maior de todos os pecados é trazer filhos ao mundo – que têm doenças por causa dos seus pais, que não terão a chance de se tornarem seres humanos dignos desse nome. Delinquentes, prisioneiros, todo tipo de coisa que já está inscrito no nascimento. Esse, para mim, é o maior pecado que se pode fazer”. Como solução, Margaret Sanger preconizou que cada família americana pedisse permissão ao governo para ter um filho. Ela já tinha declarado à revista America Weekly em 1934: “Tornou-se necessário estabelecer um sistema de permissão de nascimentos”.

Minha opinião:

O aborto é uma forma covarde de assassinar de forma cruel uma vítima onde ela é totalmente indefesa sem qualquer chance de defesa.
É um ato eugenista, onde bancamos “Deus” e escolhemos quem deve viver e morrer.

Na Islândia eles abortam todos os bebês com síndrome de Down.

No Brasil, pode-se abortar fetos anencefálicos e estão querendo aprovar o aborto para bebês contaminados com o zyca vírus.

Querem apenas bebês perfeitos… isso é eugenia. Algo proposto por Hitler. Lembram? Nazismo… Campos de concentração?! Então…

Ouço muito a justificativa: Fetos não tem qualquer noção de vida e/ou vínculo social. E ouço isso justamente de pessoas que defendem o vegetarianismo como se o animal tivesse uma consciência de grupo tal como o ser humano.

Então para estes grupos que defendem o aborto, a vida de um animal é mais valiosa que a vida de um bebê? Qual é realmente o valor da vida – se é que existe um valor calculável -?

O bebê não é somente da mulher. Ele precisa do espermatozoide. 50% da mulher, 50% do homem. Onde fica a decisão do pai nesta esfera?

Eu ouço: “Mas nem todo pai quer assumir/ajudar”. Para isso existe a justiça. Não é matando uma vida que o projeto mal feito de homem terá responsabilidade sobre seus atos.

Partindo da lógica que nem os cientistas sabem quando exatamente começa a vida, há 50% de chances de o aborto ser sim um assassinato, seja ele em qual período de gestação for executado.

As pessoas que defendem tal pratica (os abortistas) não conseguem ceder sequer uma prova sobre inumanidade do feto, porém há um documentário chamado: “Um grito silencioso”, onde um médico mostra um feto de 12 semanas fugindo do instrumento que irá mata-lo.

Matar um bebê, para estas pessoas é pura necessidade de se livrar do “problema” da forma mais cruel possível. Um homicídio premeditado. É a relativização da moral.

Os argumentos de quem defende grotesca prática são inócuos ante a afirmação brutal e irracional da pura vontade de matar.

E não são as mulheres negras e pobres que buscam o aborto. São as ricas que não querem perder a viagem, perder a balada ou ter qualquer responsabilidade. Parem de usar os pobres e negros para justificar as atrocidades.

Dizem também que até a 12ª semana não há vida. Será?

 

De 1 a 4 semanas – Chamado de embrião – Está crescendo dentro do útero e é minúsculo, do tamanho de uma sementinha. Ele se divide em camadas, que mais tarde vão formar órgãos e tecidos.

Se forma o tubo neural — a partir de onde vão brotar o cérebro, a espinha dorsal, a medula espinhal e os nervos — se desenvolve na camada superior. O coração e o sistema circulatório começam a aparecer na camada do meio.

Ao mesmo tempo, já estão funcionando uma primeira versão da placenta — as vilosidades coriônicas –, e o cordão umbilical, que leva nutrientes e oxigênio para o bebê.
5ª semana – O coração do seu embrião já começou a bater e a bombear sangue.

O coração está se dividindo em câmaras e logo assumirá um ritmo mais regular. O embrião em si tem cerca de meio centímetro de comprimento e parece mais um girino que um bebê. Ele passará por um estirão esta semana.

Os órgãos principais, como os rins e o fígado, começam a crescer. O tubo neural, que liga o cérebro e a medula espinhal, vai se fechar esta semana. Começam a brotar os membros superiores e inferiores do embrião, botõezinhos que darão origem aos braços e às pernas do bebê. Os intestinos estão se desenvolvendo e o apêndice está no lugar.

6ª semana – O embrião está do tamanho de um grão de lentilha. O feto tem uma cabeça desproporcionalmente grande em relação ao corpo.
Os traços faciais do embrião estão se formando, e há manchas escuras no lugar dos olhos, aberturas onde ficarão as narinas e pequenas saliências marcando as orelhas.
Ainda não dá para ouvir, mas o coração (que está dividido nas câmaras direita e esquerda) está batendo ao ritmo de 150 batimentos por minuto, o dobro do seu ritmo cardíaco.
No meio desta semana, o embrião começa a se mexer.

7ª semana – O embrião, que agora tem 1,25 centímetro de comprimento, desenvolveu os dedos da mão e do pé, ainda ligados entre si por uma leve membrana. É um feijãozinho que se mexe o tempo todo e que pula para lá e para cá.

O fígado produz grandes quantidades de glóbulos vermelhos do sangue, até que a medula óssea se forme e assume essa função.

8ª semana – Marca o início de um estágio de desenvolvimento bastante movimentado. De agora até a 20a. semana, o bebê vai crescer rápido, e as partes do corpo que se formaram nas primeiras semanas (como o coração e o cérebro) vão ficar mais especializadas e complexas.

Na 8ª semana a cauda embrionária desaparece e todos os órgãos, músculos e nervos estão começando a funcionar. As mãos já se flexionam no punho, e os pés começam a perder a aparência de pé-de-pato. As pálpebras começam a cobrir os olhos.
Os dentes e o palato estão se formando, e as orelhas continuam se desenvolvendo. A pele do feto é finíssima, e dá para ver claramente as veias.

9ª semana – Os pulsos estão mais desenvolvidos, os tornozelos já se formaram e os dedos das mãos e dos pés são claramente visíveis. Os braços vão ficando mais compridos e já se flexionam nos cotovelos. Ao fim da semana, as estruturas internas dos ouvidos estão concluídas.

Embora ainda não dê para identificar o sexo do bebê pelo ultrassom, os órgãos genitais começaram a se formar. A esta altura, a placenta já se desenvolveu o suficiente para assumir a maior parte do importante trabalho que é produzir os hormônios.

10ª semana – O bebê engole líquido e dá chutes o tempo todo. Todos os dias surgem novos detalhes, como as unhas e um pouco de cabelo, uma leve penugem.

Os órgãos vitais — o fígado, os rins, o cérebro e os pulmões — estão totalmente formados e já funcionam, e a cabeça tem quase metade do comprimento do corpo inteiro. A testa ainda está saltada, mas logo vai assumir uma forma mais humana.

Já dá para enxergar claramente o desenho de sua coluna. Os nervos se expandem a partir da medula espinhal.

11ª semana – Do alto da cabeça até o bumbum, o feto tem 4 centímetros e o corpo todo formado, desde os dentes até as unhas do pé. O bebê da chutes e se estica; os movimentos são tão fluidos que parecem um balé aquático.

12ª semana – O rosto do bebê começa a ter uma aparência mais humana, embora ele tenha apenas 5,5 centímetros de comprimento do topo da cabeça até o bumbum, e pese menos de 15 gramas.
Os olhos, que antes ficavam nas laterais da cabeça, já se aproximaram um do outro. As orelhas estão quase na posição normal.

O fígado produz bile e os rins secretam urina na bexiga.

O feto se mexe se alguém cutuca a sua barriga, mas você ainda não consegue sentir os movimentos dele.

As células nervosas fetais se multiplicam rapidamente, e as sinapses (conexões neurológicas no cérebro) estão se formando.
O bebê adquiriu mais reflexos: se alguma coisa encosta na palma da mão, os dedos fecham; se alguma coisa encosta na sola do pé, os dedos se curvam; e, se alguma coisa encosta nas pálpebras, os músculos dos olhos se contraem.

Depois de tudo isso você ainda o considera apenas um amontoado de células?

Tendo em vista que o bebê não é o corpo da mulher e sim está “hospedado” em seu corpo, aborto é assassinato.

A infame frase: “Meu corpo, minhas regras”, neste caso, não cabe. Afinal, seu corpo não tem 04 braços, 04 pernas, 2 corações, etc.. e o bebê não é um órgão do corpo. Lembrando ainda que, caso o fosse, o parto seria considerado amputação.

Levando em conta as premissas acima, o bebê não faz parte do seu corpo.
Como diz a minha filha de 09 anos: “O bebê é um corpo, dentro do seu corpo”. Ou seja, minha filha de 09 anos é mais inteligente do que as abortistas.
Que tipo de liberdade é essa onde um inocente tem que morrer?
Qual a diferença de matar um ser humano dentro do ventre e fora dele?

Referências:
1- Historia Digital
2- Direito Net



Camila

About Camila Abdo

Jornalista (MTB - 0083932/SP; Associação Brasileira de Jornalista -ABJ- 2457) , com cursos nas áreas de jornalismo digital, jornal impresso, fundamentos do jornalismo, jornalismo investigativo, assessoria de imprensa e comunicação interna. Estudante de direito (Unip) e história (Anhanguera), possuo diversos cursos de especialização na área de psicologia/psicopatologia, entre eles: urgências psiquiátricas, perícias criminais, psicopatologia da infância e adolescência, transtornos de personalidade, terapia cognitivo-comportamental, psicanálise: teoria e técnica, gestalt terapia, criminologia, sexualidade - normal e patológica, psicofarmacologia, psicologia forense, neuroanatomia, abuso sexual infantil, predadores sexuais, psicologia social e violência doméstica, enfermagem em saúde mental, medicina legal e psicologia penitenciária. Certificado INBOUND pela HUBSPOT ACADEMY. Meu canal: https://www.youtube.com/c/CamilaAbdoCalvo

2 thoughts on “Aborto: Direito ou assassinato?

  1. Parabéns, Camila Abdo. Pela a sua dedicação e determinação, dessas idéias, monstruosa; implantada nas mentes dos “gados” e supervisionadas pelos “senhores do mundo “; A Nova Ordem Mundial.
    Que o nosso Pai e Criador, derrame as suas bênçãos sobre ti e guarde a sua família e o seu lar de todos os males. Em nome do Santo nome de Jesus Cristo. Amém!

    • Camila Abdo

      Muito obrigada pelas palavras e pela força Sonia. Que Jesus derrame sobre ti e tua família todas as bençãos, com muito amor, paz e proteção. E que Ele permita que juntos, mudaremos o Brasil!

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