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Jovem: você não é mais importante que seus pais e avós!

Já passou da hora de desmascararmos a arrogância e prepotência desta geração que simplesmente não respeita tudo que seus pais, avós e demais ascendentes construíram ao longo da história.

Assista e compartilhe!

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Pensem nas criancinhas…

Há quase 50 anos, ao marcar seu milésimo gol, Pelé disse para pensarmos nas criancinhas. Hoje, por não termos dado atenção a diversas gerações, convivemos com os tentáculos do marxismo cultural dominando as mentes e querendo conquistar os “corpos” do jovens que serão o nosso futuro.

Assista e compartilhe o novo vídeo de Opiniões Direitas

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Decálogo de Lênin – DNA do Partido dos Trabalhadores

Em 1913, Lênin escreveu o “Decálogo”, mais conhecido como Manual da decadência humana. Esses “10 mandamentos” foram amplamente explorados pelo PT, aqui no Brasil.

1.Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual

2.Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;

3.Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais

4.Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;

5.Colabore para o esbanjamento do dinheiro público;

6.Coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;

7.Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;

8.Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;

9.Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;

10.Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa…

Veja dois videos que abordam o assunto:

1- nesse primeiro video, vemos a Joice Hasselmann falando sobre esse decálogo e sobre a forma como isso está no DNA do PT. “Os planos do PT sempre foram além de encher bolsos da companheirada, se esbaldar com triplex, sítios e vinhos caros. O PT quis impedir a liberdade de pensar, quis destruir o país. Entenda a raiz dessa tentativa de dominação, que agora está com os dias contados.” Afirma ela. 

https://www.youtube.com/watch?v=Wb_kHWFDVBE

2- Nesse segundo video temos o Ives Gandra Martins, que em 2014 ele deu uma entrevista no Jô Soares que provavelmente entrou por um ouvido e saiu pelo outro da maioria das pessoas. Muito esclarecedor.

Busquem mais sobre o assunto, compartilhem para aqueles que ainda não conhecem e deixem suas opiniões. Um abraço.

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QUEM TEM MEDO DO ESCOLA SEM PARTIDO?

Certa vez ouvi a seguinte frase: 

“A miséria não acaba porque dá lucro.”

A frase é atribuída a Arnaldo Jabor, e embora desconheça sua intenção sou obrigado a concordar com ela quando me deparo com a defesa veemente de alguns postulados da miséria. O último da vez foi a insurgência de Leandro Karnal ao projeto Escola Sem Partido, de autoria do Deputado Estadual do Rio Grande do Sul, Marcel Van Hattem.

Para quem não conhece Leandro Karnal, trata-se de um “cosplay de Foucault”, um professor de história da Unicamp com doutorado pela USP que milita pelo lado esquerdo da força na forma de “isentão” com pose blasé; e que foi entrevistado pelo Roda Viva nessa segunda-feira onde aproveitou dos holofotes para destilar todo seu ódio à “direita fascista” e ao projeto Escola Sem Partido.

Em linhas gerais o propósito do projeto é combater a famigerada e conhecida doutrinação marxista nas escolas, estabelecendo limites para abordagens políticas em sala de aula pela parte do professor de modo que este deverá abordar assuntos complexos sempre de maneira imparcial e com a mesma dedicação de tempo para todas as vertentes, independente de sua linha de pensamento. Na prática o professor deverá apenas explanar o assunto sem influenciar ou tendenciar a adesão dos alunos a esta ou aquela ideologia.

O Art 3 do projeto é muito claro:

No exercício de suas funções, o professor:
I – não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias;
II – não favorecerá, não prejudicará e não constrangerá os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas;
III – não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas;
IV – ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, apresentará aos alunos, de forma justa, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito;
V – respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções;
VI – não permitirá que os direitos assegurados nos itens anteriores sejam violados pela ação de estudantes ou terceiros, dentro da sala de aula.

Percebemos que não há nada de absurdo aqui. As restrições impostas ao professor partem do princípio de que este exerce influência e poder de autoridade intelectual sobre o educando, de modo que suas posições presumir-se-ão mais confiáveis e verdadeiras, o que é aparentemente verdade… uma presunção lógica. Ocorre que partindo desse sentimento de autoridade muitos professores tiram proveito da inexperiência e fragilidade dos alunos para lhes impor doutrinas e convicções que vão de encontro às suas, não como forma de provocar um debate de modo democrático, mas de maneira tirânica, silenciando os divergentes e não raro, usando de seu poder de influência sobre os demais (tão impotentes quanto) para constranger outros que pensam diferente; às vezes ridicularizando, às vezes fazendo piadinhas, às vezes aproveitando do expediente em sala para tecer um juízo de valor desabonador à personalidades que representam esta ou aquela vertente, e até mesmo para mal dizer de religiões alheias, atentando contra a fé sincera de muitos que, acuados, vêm suas convicções serem aviltadas não podendo sequer se insurgir, seja por medo ou receio de perseguições que vão desde a isolamento em sala, a “listinhas” (mini abaixo assinado) para que a diretoria tome alguma providência para com o aluno “transgressor” que se insurgiu contra o despotismo acadêmico… e sim isso acontece!

Não é por acaso que aqueles que falam contra o Escola Sem Partido sejam emissários de uma ideologia totalitária, cujo símbolo da foice e do martelo antes de representar a classe operária, mais parecem  representar a pregação a ser aceita (martelo) e a morte daqueles que não a aceitarem (foice).
Noutro ponto, o projeto exigirá mais dos educadores, de modo que será necessário uma reciclagem, um aperfeiçoamento, uma atualização e claro, uma postura mais tolerante, de mestre, não de doutrinador.

Há, é verdade, outras implicações e fatos que evidenciam uma politização do ensino para além do conteúdo. Quem não se lembra da professora que levou alunos para pichar a cidade contra o governo Temer?
Professora e alunos detidos por pichação em apoio a Dilma
Ou ainda do professor incitando o pensamento revolucionário em sala
Professor doutrinador chama trabalhador de otário e incita revolução
E o mais recente flagrante, uma professora fazendo a cabeça dos alunos contra Bolsonaro, com base em todas as mentiras já amplamente difundidas

Doutrinadora mente para alunos a fim de denegrir a imagem de Bolsonaro

Portanto vou responder a pergunta: quem tem medo do Escola Sem Partido?
Simples… os preguiçosos, medíocres, intolerantes cuja realização do mundo ideal só é possível com a morte da diversidade e da pluralidade de ideias. Os totalitários, déspotas do conhecimento que não suportam o confronto e ostentam aquela pose blasé de alienados convictos… os cafetões de militância, os aliciadores de satã, corruptores, pedófilos do intelecto, estupradores da razão que com seus títulos conferidos por uma academia falida responsável pelos piores índices de educação, oprimem alunos pelo simples pecado de pensarem diferente e melhor… Aqueles que estão acomodados com seu poder, intelecto e falta de pudor; defensores do status core que desejam a manutenção da infâmia a fim de garantir seus lugares cativos, porque não importa se no paraíso ou no inferno: trono é trono, e Leandro Karnal e tutti-quanti, ao falarem contra o Escola Sem Partido, advogam em causa própria pela manutenção da miséria e dos miseráveis, porque ela é seu lucro, afinal, aonde estariam eles se não fosse a sistemática doutrinação marxista? Como seriam aclamados como intelectuais se todos soubessem que o que defendem e propagam é pura infâmia e insensatez? Como conseguiriam manter sua qualidade de vida, seu status perante a academia? Quem seria capaz de, por amor ao conhecimento, lhes puxar o saco? ninguém… Apenas aqueles que lucram com uma hegemonia de pensamento marxista que afeta todos os setores é que temem um programa que altere esse paradigma.

Pondé explica em 2 vídeos:
Por que os professores são de esquerda
Desafio de Pondé aos opositores

Sim, a miséria, seja intelectual, espiritual ou social econômica, não acaba porque dá lucro.

Link para o projeto Escola Sem Partido
Projeto Escola Sem Partido