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COMO PROVAR QUE O FEMINISMO É DE ESQUERDA?

Novo vídeo no canal Cris Corrêa. Se você ainda não se inscreveu no canal, corre lá e se inscreve. Não se esqueça de acionar o ”sino” para receber as notificações do canal.

Vocês enviaram perguntas sobre o feminismo e elas foram respondidas no vídeo, uma a uma tirando dúvidas que a galera que está se ”desfeminizando”, tem. — Adicione Cris Corrêa também no snapchat: correacrisnap

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Diário de Maitê x Otakus

Pessoal, não sei se todos conhecem a página feminista “Diário de Maitê“, mas essa semana ela fez uma postagem que gerou ódio entre os amantes de Anime, não sei se eles tem um nome próprio, mas sei que eles declararam guerra contra a página feminista, pois a Maitê postou uma imagem que chama os Animes de machistas e sugere a proibição no Brasil. Essa imagem ai.

ggg

Após essa postagem, que bombou, nota-se que a direita ganhou um aliado contra o feminismo, pelo menos contra esse lixo de página. A postagem repercutiu em muitas páginas de fãs do gênero e em alguns canais do youtube. Assista os videos ai.

https://www.youtube.com/watch?v=2cRRuS7IOcE

https://www.youtube.com/watch?v=TQcfQdedt0I&feature=share

Bom, a treta é real na página, mas a pergunta que não quer calar é a seguinte: A página Diário de Maitê é fake ou não?

Minha opinião é que ela não é fake, mas usa de humor para conseguir espaço, basta notar que ela sempre trata de assuntos relevantes para o movimento feminista e a agenda esquerdista, de forma sutil ela ganha espaço.

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Por escolas sem partidos

Os canalhas, via de regra invocam o Estado Laico para se insurgir contra o ensino religioso nas escolas, mas e quanto ao ensino ideológico e político, que é tão ingerente quanto e produz os mesmos efeitos, a saber, determinar a conduta e pensamento do indivíduo, influenciando na formação do ser?

Existe um processo de doutrinação nas escolas. Os alunos não são direcionados nem condicionados aprender o que é útil pra vida. Há um processo de emburrecimento desenvolvido e aplicado por psicólogos e pedagogos em nossas instituições de ensino.

No texto Armas da Liberdade¹, o filósofo Olavo de Carvalho assevera:

Todas as disciplinas, incluindo matemática e ciências, foram remoldadas para servir a propósitos de manipulação psicológica. O próprio Pascal Bernardin descreveu meticulosamente o fenômeno em Machiavel Pédagogue (1995). Leia e descobrirá por que seu filho não consegue resolver uma equação de segundo grau ou completar uma frase sem três solecismos, mas volta da escola falando grosso como um comissário do povo, cobrando dos pais uma conduta “politicamente correta”.

Esse processo, imposto por um currículo escolar determinado pelo ministério da educação, órgão do governo destinado a atender interesses políticos e partidários de quem está no poder, visa fazer crescer uma nação que pense de acordo com a ideologia do partido, perpetuando-o no mais alto posto da nação.

A nossa educação há muito tempo vem sendo um instrumento ideológico e partidário que não coaduna com as finalidades pretendidas por aqueles que amam o conhecimento. Alunos são doutrinados e quando se rebelam são excluídos e até perseguidos, e este ciclo se estende as universidades, faculdades etc. Isso precisa acabar!

O projeto Escola Sem Partido² precisa ser apoiado, e esta mensagem precisa ser disseminada a toda população, para que saiba que seus filhos estão sendo submetidos a um processo de DESCONSTRUÇÃO dos valores e da educação que receberam em casa.

1-Armas da Liberdade:Artigo do Olavo de Carvalho (clique aqui)

2- Escola Sem Partido:(clique aqui)

Fonte: página: O Contestador

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Cultura do Estupro – O que é isso?

      O caso do suposto estupro coletivo no Rio de Janeiro horrorizou o Brasil – e o mundo – esta semana. A internet se mobilizou em peso para identificar os responsáveis pelas contas que divulgaram o vídeo onde a moça aparecia desacordada e sangrando. 

     Evidentemente, como acontece em qualquer caso de comoção pública, não demorou para que a doutrinação começasse a aparecer.

     Mas o que seria uma cultura do estupro?

   O conceito de cultura é um tanto quanto elástico, mas pode ser definido como o conjunto que inclui arte, conhecimento, crença, lei, moral, costumes e hábitos adquiridos pelo ser humano, em família e em sociedade. Conforme a maneira de pensar do homem e da sociedade muda, a cultura também se altera.

     Sendo assim, onde o estupro se encaixaria?

     A resposta certa é: em lugar nenhum. E por um motivo bem simples: no Ocidente do século XXI, cultura do estupro não existe.

    Em tempo, ainda que óbvio: apontar a ausência de uma cultura do estupro não quer dizer que o estupro em si não exista. São duas coisas completamente diferentes. Estupro é uma realidade, acontece todos os dias nos mais diversos lugares e classes sociais.

     Porém, como frisei anteriormente, no contexto em que vivemos, não há nenhuma cultura de estupro. A verdade é que na nossa sociedade – assim como em provavelmente todas as outras, infelizmente – ocorrem estupros. Diferentemente de culturas nas quais o estupro nem sequer é um crime, aqui estupros são vistos com horror e indignação. Não é raro que uma pessoa apenas acusada deste crime seja linchada por populares. Deixo aqui um caso em que isso ocorreu. Caso tenha curiosidade, pesquise ‘linchado acusado de estupro’ e veja por si só.

     Em comunidades, é comum linchamento de estupradores. Trata-se de um crime que o pior dos bandidos não costuma defender, muito menos quando a vítima se trata de uma criança. 

     Outro erro crasso é transformar o estupro num crime unicamente masculino, ou apenas com vítimas femininas. Dizer que o homem é um ‘estuprador em potencial’ porque é supostamente pertencente ao gênero que mais comete este crime é tão absurdo quanto dizer que o negro é um ‘assaltante em potencial’ porque comete mais assaltos.

     Se a sociedade fosse assim tão conivente com estupro a ponto de isso ser parte da cultura, falsas acusações de violência sexual não seriam um problema. Há diversos casos de homens que, acusados falsamente de serem estupradores, perdem o emprego, o casamento e a confiança de todos a sua volta, e nem mesmo quando o caso é desmentido conseguem voltar a ter uma vida normal. 

     O que existe no Brasil, na verdade, é a cultura da impunidade. Criminosos fazem o que fazem pela certeza que não serão responsabilizados por seus atos, e porque os ‘direitos humanos’ nunca perdem uma chance em apontar a ‘truculência da polícia’ em relação a um marginal – esquecendo-se, porém, da truculência que o mesmo teve em relação às suas vítimas. É o progressismo que defende que devemos odiar o estupro com todas as nossas forças, e ao mesmo tempo não punir o estuprador porque ele é uma ‘vítima da sociedade’. Já a direita ‘fascista’ e ‘intolerante’ defende que a mulher deve saber se proteger, e que os únicos responsáveis por um estupro são os estupradores.

     Você não luta contra a ‘cultura do estupro’ colocando um Twibbon na sua foto de perfil, tampouco organizando um ‘gritaço’. Estuprador nenhum vai se comover com uma campanha anti-violência sexual, porque ele é um maníaco, e muito provavelmente está na rua ou num bar neste momento e não na Internet. Se você quer realmente o fim da violência sexual, defenda punições rigorosas para esses criminosos, fim da maioridade penal e porte de armas.

     Textões garantem likes. Armas salvam vidas.

http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=7&n=85601

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/05/16/solto-apos-16-meses-jovem-condenado-injustamente-por-estupro-consegue-emprego.htm

http://noticias.r7.com/cidades/homem-preso-injustamente-luta-por-indenizacao-apos-contrair-hiv-em-estupro-no-presidio-10012014

http://www.guarulhosweb.com.br/noticia.php?nr=143601&t=Homem+acusado+de+estupro+e+linchado+em+rua+do+Nova+Cidade+em+Guarulhos

http://noticias.r7.com/cidade-alerta/noticias/homem-suspeito-de-cometer-e-estupro-e-linchado-por-amigos-da-vitima/

 

 

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Não tem mulheres no governo Temer. E daí?

Não tem mulheres no governo Temer. E daí?

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O impeachment de Dilma Rousseff e a nomeação de seu vice, Michel Temer, como interino na presidência da República, neste dia 12, trouxe para o Brasil os holofotes do mundo. Um assunto tão delicado quanto afastar um presidente de seu cargo, sem dúvida, é algo a ser debatido e acompanhado com olhos cautelosos.

Como uma das medidas no cargo mais alto da política nacional, Temer reduziu o número de ministérios para 23, sendo que, destes, nenhum é encabeçado por uma mulher.

Foi o suficiente para que começassem as reclamações, especialmente por parte do movimento feminista – e defensores do governo Dilma, evidentemente.

Questões pessoais de um político, para estas pessoas, é mais importante do que o que realmente deveria estar em discussão: a competência dos mesmos nos cargos para os quais foram eleitos.

Nada que surpreenda muito, afinal, o PT sempre utilizou as pautas de movimentos sociais para conquistar o apoio da massa. Quem nunca ouviu que ser contra o PT é ser contra os pobres, gays, negros e/ou mulheres? Para a base governista, rejeitar o petismo significa ter ódio das ‘minorias’ e pertencer à odiada ‘burguesia que não aceita o resultado das urnas’. Ela ignora solenemente o fato de que 68% da população apoiava o impeachment, num país onde 72% recebem menos de 2 salários mínimos (o que certamente denota uma ‘burguesia’ demasiado pobre) pagando por 53% dos impostos arrecadados, e que a mesma democracia que ama exaltar defende exatamente o poder da povo.

O rico e branco que apóia o governo é o ‘intelectual que pensa nos menos favorecidos’, o negro e pobre que não o faz é o ‘mal-agradecido que não representa a classe trabalhadora’. Ou seja, não se pode fazer parte de nenhuma ‘minoria’ e ao mesmo tempo não apoiar o governo, na visão do petista. O típico discurso da luta de classes.

Mas o que o PT fez de fato sobre a ‘representatividade feminina’ durante seu governo?

Para efeitos de comparação, considerarei apenas o segundo mandato de Dilma Rousseff como presidente, iniciado em 1 de janeiro de 2015.

À época de seu segundo turno, 39 pessoas, sendo 33 homens e 6 mulheres, ocupavam a Esplanada dos Ministérios. Das mulheres, 3 faziam parte de Secretarias com status de ministério pertencentes ao Poder Executivo, que foram extintas após reforma ministerial proposta por Dilma no ano passado e incorporadas ao então recém criado Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, que foi dado a Nilma Lino Gomes, anteriormente ministra-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Ideli Salvatti e Eleonora Menicucci, das Secretarias de Direitos Humanos e Políticas para as Mulheres, respectivamente, deixaram seus cargos para a unificação do novo ministério.

Não houve comoção quando Dilma cortou duas mulheres da já reduzida participação feminina na Esplanada dos Ministérios. Os apoiadores do governo também não esboçaram críticas à cortes nos programas sociais. As verbas para construção de creches, tão importantes para que a mulher possa manter a dupla jornada de mãe e trabalhadora, foram reduzidas em assombrosos 87%. O Bolsa Família, uma das maiores bandeiras da gestão petista, que possui 92% de mulheres como titulares, viu seu orçamento cair 5,7%. Minha Casa Minha Vida, programa aclamado quando Dilma alterou regras e priorizou mulheres como titulares da posse do imóvel em caso de divórcio e que, segundo dados do Governo Federal, possui 89% de mulheres como proprietárias, perdeu 74% de verba. O programa de crédito Minha Casa Melhor, que financiava a compra de eletrodomésticos e móveis para beneficiários do Minha Casa Minha Vida, foi suspenso. Programas de combate as drogas e apoio a gestantes sofreram mais de 20% de cortes.

cortes dilma

(Disponível em: http://infograficos.oglobo.globo.com/brasil/desidratacao-dos-programas-sociais.html)

O partidário do PT, quando o mesmo não está no poder, nunca está satisfeito com nada. O mesmo partido que se gaba de jamais ter ido às ruas lutar contra outros governos é recordista absoluto em pedidos de impeachment, tendo encaminhado 50 deles contra os 4 presidentes não petistas eleitos desde o fim do período militar. 

Considerando a linha de pensamento do governista, se houvessem mulheres ocupando ministérios de Temer, certamente haveriam reclamações por ausência de negros. Tendo estes últimos, a pauta seria ‘representatividade trans’ ou algo do tipo, e assim segue ad infinitum. Para ele, não importa que mulheres corruptas e/ou ineficazes ocupem cadeiras no governo, elas precisam estar lá. Afinal, nada mais igualitário que pregar o fim da segregação exigindo que pessoas devam assumir cargos porque são mulheres, gays, negras ou afins, como se estas não possuíssem os mesmos valores intelectuais que qualquer outro ser humano. Também não faz diferença que o mesmo homem a quem taxam de machista tenha sido o responsável pela criação da primeira delegacia da mulher

Eu não ousaria jamais dizer que as escolhas de Temer englobam apenas homens decentes e de índole impecável. De jeito nenhum. A escolha dos representantes ficou tão ao gosto petista que as charges caracterizando-o vestido de mulher, como se fosse Dilma, representam bem a situação. A questão é que ‘representatividade’ não é o que o ativista anti-Temer quer. O que ele deseja é continuar alimentando a luta de classes que seu amado governo prega, defendendo que uma mulher corrupta em cargos ‘pelo menos é uma mulher’, mas um homem igualmente corrupto é um monstro que deve ser extirpado – a menos que esteja do lado do PT, evidentemente. Para Eduardo Cunha, o terror dos governistas, o fogo do inferno. Para Calheiros, igualmente corrupto, silêncio – até que ele resolveu manter o rito do impeachment, quando tornou-se outro ‘inimigo da democracia’.

No fim, a conclusão é que quem muito ‘problematiza’ não está verdadeiramente interessado em resolver nada.

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Censura no WhatsApp – O Marco Civil

Censura no WhatsApp – O Marco Civil

Foi noticiado hoje cedo o bloqueio do aplicativo de mensagens online WhatsApp por 72 horas, pedido sigiloso de um juiz de Sergipe.

A alternativa mais óbvia, que seria para quebra de sigilo de quaisquer mensagens, é inviável. Há pouco menos de um mês, o aplicativo lançou uma atualização que adiciona tecnologia de criptografia ponta-a-ponta na transmissão de mensagens, o que torna impossível decodificá-las.

Por meio de redes sociais, pessoas tem falado ao longo do dia sobre sua experiência com a interrupção, e algumas alegam inclusive continuar usando o serviço normalmente.

Muito embora provavelmente jamais venhamos a saber as razões que implicaram neste bloqueio, sabemos o que possibilitou que ele acontecesse: o Marco Civil da Internet.

Sancionado em 23 de abril de 2014, na lei 12.965, o Marco Civil determina uma série de regras para a utilização da internet. À sua criação, a justificativa era de que a internet era um ambiente “livre demais”, e que precisava ser regulamentada a fim de se manter certa ordem. A própria presidente parabenizou a lei, dizendo que ela uma ferramenta da liberdade de expressão e privacidade do indivíduo.

Na prática, porém, foi justamente esta lei que permitiu bloqueios de utilização como o visto hoje.

A seção 10 da referida lei trata especificamente de como os dados devem ser tratados quando manipulados em território nacional, adicionando que quaisquer infrações às leis brasileiras acarretará em multa e/ou suspensão temporária de atividades.

Como a direita bem sabe, intervenção estatal em iniciativas privadas costuma ser desastroso. Essa lei, que foi tão comemorada e defendida como um marco da liberdade, vem sendo usada para censura de meios de comunicação digitais, e para estabelecer limites de tráfego de dados na internet brasileira, que já é de péssima qualidade.

Agora, os mesmos progressistas que apoiaram o Marco Civil reclamam a censura que todos estamos sofrendo. E por mais irritante que seja, não consigo deixar de repetir a velha frase:

Eu avisei.

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O desespero do PT: reajustar Bolsa Família

Saiu hoje a notícia de que Dilma Rousseff vai ajustar o Bolsa Família em ato pela CUT amanhã, na comemoração do dia do trabalho (leia mais em: http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/04/em-ato-da-cut-dilma-deve-anunciar-reajuste-do-bolsa-familia-e-do-ir.html).

Com a ameaça do impeachment próxima, o PT tenderá a fazer tudo que ainda for possível para desmoralizar a economia e dar bastante trabalho para seu sucessor, que será obrigado a bagunçar ainda mais a casa a fim de arrumá-la, o que lhes dará a desculpa de que ele não foi um bom gestor.

Nada muito surpreendente vindo de um partido que protocolou mais de 50 pedidos de impeachment para três presidentes, e agora que vai sofrer um, chama isso de “golpe de Estado”.

Estejam atentos aos acontecimentos dessas semanas, pois eles serão cruciais para o futuro do país.

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Top 5 motivos pelos quais a direita não é fascista

A maioria das pessoas de direita já devem ter sido chamadas de “fascistas” por um esquerdista alguma vez na vida. Radicalismo político autoritário nacionalista que ganhou destaque no início do século XX na Europa, o fascismo é usado hoje como um xingamento por pessoas que desconhecem seu real significado.

Vamos listar cinco motivos pelos quais seu amigo de esquerda está equivocado ao te chamar de fascista.

 

1 – Estado Forte.

O fascismo diz que o Estado deve ser capaz de controlar tudo. Nas palavras de Mussolini: “tudo no Estado, nada contra o Estado, e nada fora do Estado”. Essa teoria defende que o Estado tenha plenos poderes tanto sobre a economia quanto a sociedade.

A direita prega o inverso, o chamado Estado Mínimo, que defende sua minimização até onde for possível, de modo que o governo tenha pouca ou nenhuma influência sobre o indivíduo e a economia.

 

2 – Conflito de classes

O fascismo fez o que pôde para desvincular-se do socialismo, mas certos paralelos são gritantes, tais como o conflito de classes. Essa é uma técnica famosa e muito usada hoje em dia na forma de movimentos sociais. O objetivo primordial é dividir a população em classes antagônicas, de modo que elas duelem entre si e aniquilem-se. Quem usa a luta de classes como forma de controle social ignora o indivíduo, e o trata como uma parte de um todo. Alguns exemplos atuais de conflitos de classes são os movimentos feminista, negro e LGBT.

A direita é individualista, ou seja, considera o indivíduo como a parte mais importante da sociedade, e não o contrário. Portanto, trata-os de forma distinta e sem se prender a coletivismos. Por exemplo, para a Direita, um negro e um branco que tenham cometido o mesmo crime devem ter a mesma punição, porque a cor de suas peles não representa um agravante ou um atenuante.

 

3 – Protecionismo

O fascismo defende o protecionismo econômico, que é um conjunto de medidas econômicas que visam dar prioridade ao mercado interno, no lugar do externo. Essa é uma prática que os países devem implementar de certa forma, porque fazer apenas o mercado externo circular destrói a produção interna. Mas levada ao extremismo, como o fascismo o faz, é uma técnica que desregula a economia, além de ser obviamente inviável para qualquer nação. Quais países possuem dentro de seus territórios absolutamente tudo de que precisam para seus habitantes? Combustíveis, água, comida, minérios, gado, etc? Nenhum, certamente. Impossibilitá-lo de negociar itens de que necessite com outros países gera escassez de matéria prima, o que faz os preços subirem e o poder de compra da população despencar, que por sua vez se torna incapaz de consumir, e isso gera inflação e miséria.

A Direita defende o livre mercado, que é a possibilidade de trocar bens de consumo da forma que desejar, com quaisquer agentes da economia. As pessoas podem escolher o que comprar e de quem, assim como os negociantes são livres para dar suas ofertas ao público.

 

4 – Eugenia

O fascismo utilizou-se do conceito de eugenia, que é a seleção das pessoas, baseado na melhor qualidade das gerações futuras. De acordo com esse conceito, uma criança com síndrome de Down seria rejeitada, pois possui genes defeituosos e não geraria descendentes de “boa qualidade”. Essa é uma técnica divisória, que culminou, na Alemanha nazista, no Holocausto, o assassinato de milhões de judeus considerados inferiores, em prol da pureza ariana.

A direita, como já dito antes, não baseia-se no coletivo para julgar o indivíduo, portanto não considera essa ou aquela pessoa superior ou inferior com base em outras pessoas, sendo, assim, antágona ao conceito de eugenia.

 

5 – Despotismo

O fascismo é despotista, ou seja, concentra nas mãos de uma pessoa ou entidade. Este governa sozinho, sem interferência de agentes externos. Em certas implementações, ele foi suavizado para uma oligarquia, que concentra o poder político nas mãos de uma família ou de um grupo político com intenções semelhantes.

A Direita é contra formas de governo totalitárias que concentrem o poder nas mãos de poucos sem que possa haver intervenções ou regras, muito embora não tenha uma forma de governo específica.

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A esquerda e a ‘moda’ de cuspir em oponentes

Humanos diferem-se dos animais pela habilidade de serem racionais. O racionalismo, segundo a Wikipedia, é a “definição do raciocínio como uma operação mental, discursiva e lógica que usa uma ou mais proposições para extrair conclusões, ou seja, se uma ou outra proposição é verdadeira, falsa ou provável”. Utilizando-se do racionalismo, o humano é capaz de analisar uma premissa qualquer por meio da lógica, e aceitá-la ou não, de acordo com a sua compreensão.

Sendo assim, como explicar a atual sanha esquerdista em cuspir em adversários políticos e ideológicos, e mais ainda, de defender quem toma esse tipo de atitude animalesca e irracional?

Depois da cusparada de Jean Wyllys em direção a Jair Bolsonaro em plena Câmara dos Deputados, agora foi a vez de Zé de Abreu, ator global conhecido pela militância petista, repetir o repugnante ato, contra um cliente de um restaurante e sua esposa.

Em seu perfil no Twitter, o artista se vangloria do feito.

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Em vídeo publicado no Facebook, é possível ver o ator e um homem discutindo, cercado pelos seguranças de Abreu. Em determinado momento, ele efetua uma cusparada em cheio no rosto do homem e sua esposa. Este, indignado, levanta-se, xinga e tenta alcançar o ator, que, protegido por sua escolta pessoal, afasta-se tranquilamente.

Zé de Abreu disse ter sido ofendido tanto pelo homem quanto sua esposa.

Eu acredito que todo ser humano possui direito a defesa. Não importa quem você é, nem o que defende, se alguém quer te atacar, é direito seu proteger-se. Porém, o que se vê aqui não é auto defesa, e sim uma pavorosa falta de respeito para com o próximo.

Se o homem o estava realmente importunando, ele poderia ter recorrido a várias alternativas. Chamar o gerente do estabelecimento, ir resolver pessoalmente, até mesmo apelar para a ignorância, caso fosse ameaçado fisicamente. Tudo isso teria sido bem digno, e se assim o fosse, eu, que desprezo tanto a ele quanto a categoria de artistas bancados pela lei Rouanet inteira, levantaria-me para defendê-lo.

Mas o que ele fez foi vil e covarde. Nenhum tipo de ofensa ou discordância justifica cuspir contra o rosto de alguém. E se você acha isso viável, pense bem: gostaria de levar uma cusparada de alguém que discordou de você ou sentiu-se ofendido, sem nem mesmo poder se defender, já que o agressor está tranquilamente protegido atrás de seus seguranças?

Isso não é razoável. Qualquer um que defenda esse tipo de comportamento está ignorando o conceito de racionalismo que descrevi no primeiro parágrafo e regredindo para um ser animalesco, incapaz de raciocinar e que ataca ao menor sinal de provocação. E gabar-se disso como se fosse uma atitude digna de aplausos é deprimente, mas mostra bem o nível de nossos “intelectuais de esquerda”.

Agora imaginem se fosse ele a vítima da cusparada: a militância de esquerda, e principalmente petista, choraria uns três meses a ‘truculência da direita fascista’ – termo esse que, por sinal, a esquerda desconhece completamente, visto que fascista é quem apoia Estado máximo e conflito de classes, conceitos que ela mesma defende, e não a direita, que busca o seu extremo oposto.

Choveriam ameaças de morte, textões, reclamações e todo tipo de injúria sobre o responsável. Mas já que foi um esquerdista, os indignados seletivos nada reclamam, afirmando que ‘coxinha’ e ‘golpista’ tem que ser tratado desse jeito. 

Como a esquerda mesmo gosta de dizer: ‘melhore’, Zé de Abreu.

https://www.youtube.com/watch?v=wqmq39DcBFs

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Aos cuidados de Marcela Temer

Marcela Temer.

É mulher, casada há 12 anos, tem com o marido um filho de sete. É formada em Direito, embora nunca tenha exercido a profissão. Sua rotina consiste em cuidar do lar, do filho, de si mesma, como uma mulher bela e vaidosa costuma fazê-lo, e cuidar das redes sociais do marido, que, romântico, escreveu para ela um livro de poesias há três anos.

O único adendo é seu marido: Michel Temer, o vice-presidente da República prestes a assumir o cargo de chefe do país.

E, aparentemente, uma simples reportagem sobre ela foi o suficiente para que o mundo se transformasse subitamente machista demais para ser tolerado.

O título diz: “bela, recatada e ‘do lar'”.

A indignação não esperou.

“Como assim? Você está me dizendo que a mulher ideal tem que ser linda, casta e dona de casa??”

“Que absurdo é esse de transformar essa mulher num padrão”?

Entre várias outras reclamações nessa linha.

Explicam-se, as enfurecidas com o texto. Não se trata de uma crítica a ela. Longe disso. Mas sim à revista que exalta Marcela como se ela representasse o que há de mais perfeito numa mulher. Isso é desrespeito. É taxativo. Impõe padrões. As pessoas podem ser o que quiserem.

Será mesmo?

O texto, ao dizer que Marcela é bonita e vaidosa, quis insinuar que toda mulher deva sê-lo?

Quando falou de seu recato e as raras aparições como primeira-dama, obriga toda mulher a apagar-se atrás de um homem e obedecer ao comando de sua palavra?

Ao falar na sorte que tem Michel e Marcela em possuírem um ao outro, implica que nenhum relacionamento é ideal se não seguir esse exato molde?

Tem certeza disso? Repense um pouco.

Será que isso não é um pouco de despeito pelo fato dela ter escolhido um estilo de vida que não agrada a geração progressista?

Será que não tem um pouco do velho ódio petista de demonizar todo e qualquer integrante da alegoria que eles chamam de “golpe”?

Será que o romantismo que o texto expõe não releva uma subliminar vontade de fazer parte de um relacionamento harmonioso e feliz, sabendo ao mesmo tempo que as escolhas que fez e as pessoas com as quais se envolve não permite esse tipo de sonho?

Será que isso não demonstra um frágil desejo de estar no lugar dela, unido a certeza de que isso não é possível?

Ou todas as alternativas anteriores?

Você, que rotulou o texto de machista, elitista, retrógrado, sexista, que diz que a mulher pode ser o que quiser, responda para mim.

Por que ser ‘do lar’ é errado? Deveria ela ser forçada a trabalhar e sustentar-se sozinha para tornar-se, enfim, “independente”? Ora, a independência não consiste exatamente em permitir às pessoas escolherem o que desejam fazer de suas vidas?

Por que romantismo é errado? Deveria Temer ser frio, ignorá-la, talvez até mesmo destratá-la, a fim de destruir o rito do patriarcado? Ora, tal comportamento não se encaixaria perfeitamente no comportamento machista que você diz combater?

Por que ser recatada é errado? Deveria Marcela aparecer na mídia constantemente, viver em relações sociais com o marido, exibir-se, como a mulher bela que é? Ora, isso não é justamente a objetificação feminina que você diz detestar?

Por que ser bela é errado? Deveria ela desleixar-se da aparência, não cuidar de si, não fazer jus a posição que ocupa? Mais uma vez, onde fica a escolha pessoal?

Só mais uma última pergunta: se você tanto luta por liberdade, por que é que não respeita a liberdade dos outros em serem o que desejarem ser, e para de tentar forçá-los a seguir o comportamento que sua moral assim dita?