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A absolvição de um assassino e um traficante

Entenda o interesse da Ford Foundation (e os valores investidos) nos coletivos feministas

 

De acordo com as informações do G1, integrante do PCC é acusado de balear 4 é solto por não colocar ‘em risco a sociedade’. Decisão foi tomada em audiência de custódia na tarde de quarta-feira (8.03.17).
Juíza entendeu que se tratava de acerto de contas de grupos criminosos.




O assassino de 20 anos baleou quatro pessoas na madrugada de quarta (8) no bairro Ingleses, em Florianópolis foi solto na mesma tarde em audiência de custódia por não colocar “em risco a sociedade”, conforme decisão da juíza Erica Lourenço de Lima. Para a Polícia Militar e juíza, ele, que tem 14 passagens policiais, confessou ter atirado.

Pelo documento, a juíza considera que “tudo indica que trata-se de um acerto de contas entre membros de facção criminosas, o que não coloca em risco a sociedade, já que é um fato isolado e determinado”, diz a decisão.

A PM atendeu a ocorrência à 0h20, na Estrada Dom João Becker. As quatro vítimas estavam em frente a uma lanchonete quando foram atingidas. Conforme a Polícia Militar, o suspeito foi preso após o crime, próximo à comunidade do Siri, no mesmo bairro.

Pelo depoimento do assassino na audiência, ele assumiu a autoria e disse que direcionou cinco disparos a um outro grupo criminoso, com o auxílio de um comparsa. Entretanto, o próprio suspeito confessou que a mulher atingida entre os homens “não era alvo, apenas estava no meio deles”.

Ainda na decisão, a juíza complementa que “a prisão do indivíduo pode colocar em risco sua vida”. A liberdade provisória ao suspeito foi dada com a condição de não voltar a praticar crimes, comparecer mensalmente em juízo e permanecer em casa entre 22h e 6h.

O acusado já possuia condenação em primeira instância por tráfico de drogas. O outro suspeito do crime segue foragido.






JUIZ DE RIO GRANDE DO SUL ABSOLVE TRAFICANTE 

As informações são do portal justiça

A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, em julgamento da Apelação Criminal o traficante de drogas ilícitas foi absolvido em sua apelação, sob a tese de que a arma era utilizada para proteção pessoal em razão do comércio de entorpecentes praticado e ao guarnecimento da atividade ilícita.

Em outras palavras pode se dizer que o bandido tem direito a portar uma arma para a sua defesa contra os outros bandidos de outras facções, pois necessita pela atividade de risco que pratica.

É no mínimo inusitado, para não dizer estranho que o Poder Judiciário considere lógica a absolvição por atipicidade o crime de porte ilegal de arma, quando for cometido em defesa do criminoso para se defender dos demais criminosos.

Pergunta-se:. Como fica a defesa do cidadão de bem, que não tem direito a porte de arma para se defender dos criminosos que o Estado não consegue colocar na cadeia.

Para conhecimento do mundo jurídico e da população em geral é que o Portal Justiça dar propulsão a divulgação do Acórdão, conforme segue:

Imagina o cidadão comum, pagador de impostos, trabalhador for pego com uma arma…

 

Escrito por Camila Abdo

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A condenação de Lula




Nos próximos dias, o Juiz Sérgio Moro poderá condenar Lula até 22 ANOS de reclusão.

Só falta uma coisa para a sentença final: a definição da pena ao intermediário da propina, Antonio Palocci.





Os olhares voltados para o juiz Sérgio Moro e a ansiedade tomam conta da população. Nos próximos dias ele anunciará a sentença que mudará para sempre os rumos da política (e dos políticos no Brasil)

Segundo o Ministério Público Federal, o ex-presidente foi beneficiado em torno de R$ 87,6 milhões de reais, sendo que 3,7 milhões de reais foram destinados no triplex do Guarujá dados pela OAS em troca de benesses.

Leia a carta de Eduardo Cunha sobre as acusações de Joesley (JBS)

De acordo com a Isto É, integrantes da Lava Jato informaram que ele poderá ser condenado até 22 anos de prisão, onde 10 anos por lavagem de dinheiro e 12 por corrupção passiva.

A defesa de Lula esta perdida. Não sabe mais o que fazer para limpar a imagem de seu cliente e manchar a imagem da lava jato e acabam apelando para jogos sujos. Uma atitude reprovável vinda de um advogado.

Não só as atitudes e estratégias de Cristiano Zanin Martins são pavorosas. A senhora Gleisi Hoffmann – conhecida como “a amante” nas planilhas da Odebrecht, ré, junto com seu marido, Paulo Bernardo, por ter recebido R$ 1 milhão de reais do Petrolão na campanha eleitoral de 2010, hoje presidente do PT, acusou, de forma vazia, caluniosa e simplista, Deltan Dallagnol de dar palestras (ele não deu palestras) para colocar em xeque a credibilidade e a veracidade da Lava Jato e de seus integrantes.




A resposta de Dallagnol sobre as acusações de Gleisi Hoffmann

Esta tão evidente o desespero da defesa, que proferem sandices ao afirmarem que os procuradores usariam, na acusação a Lula, a teoria de Hitler, conhecida como “elasticidade dos veredictos”, onde a sentença será contrária as provas.

Ao contrário do que os advogados e militância lulista falam, os procuradores tem um vasto arsenal de provas. A cartada final foi de Leo Pinheiro, que, em carta enviada ao Juiz Sérgio Moro, em suas alegações finais, atestou que o imóvel é sim de Lula.



Leo Pinheiro diz: “Os gastos eram contabilizados e descontados da propina devida pela empresa ao PT em obras da Petrobras. Tudo com anuência de seu líder partidário LULA”.

Ocultação de provas:

Lula alega que o imóvel não esta em seu nome e, de fato, isso é verdade. Porém a corrupção esta amplamente provada com o tráfico de influência para beneficiar a OAS. Ainda sim, de acordo com Leo Pinheiro, em acordo firmado com Paulo Okamoto (braço direito de Lula), o apartamento seria transferido para o nome do ex-presidente, entretanto com a eclosão do escândalo, os planos foram alterados, mantendo assim o triplex em nome da OAS.

CLIQUE AQUI E CONHEÇA A HISTÓRIA DO HOMEM MAIS NOCIVO DO BRASIL

Outra testemunha:

Em depoimento ao Juiz Sérgio Moro, em 16.12.2016, José Afonso Pinheiro, ex zelador onde esta localizado o Triplex, afirma que o Triplex é sim do ex presidente e ressalta que Marisa Leticia e Luiz Inácio Lula da Silva nunca se portaram como interessados no imóvel e sim como donos.

O mesmo testemunhou, em 2014, dona Marisa Leticia requisitar aos engenheiros da OAS a construção do elevador privativo.

Dentre muitos depoimentos, farto material de provas, o Juiz Sérgio Moro esta pronto para prolatar a sua sentença.

Sérgio Cabral

Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro, demonstrou interesse na delação premiada. Entre as denúncias que Cabral esta disposto a fazer, uma se destaca. Sérgio Cabral relata que, em uma reunião em 2009 com a presença de Lula, o ex-presidente autorizou o empresário Arthur César Soares de Menezes a pagar propina a integrantes do Comitê Olímpico Internacional em troca da escolha do Rio de Janeiro como cidade sede das Olimpíadas de 2016.

Não há dúvidas dos atos execráveis protagonizados por Lula e seus asseclas.

LULA DIZ QUE ADMIRA HITLER E MAO-TSÉ TUNG

O mal que assola o País, afogado no desemprego, com a economia em frangalhos e o crescimento vexaminoso, tem nome, sobrenome e endereço.

Lula e seus capangas assistiram aos brasileiros morrerem em filas de hospitais, implorar por remédios nos postos de saúde, chorarem de desespero pelo desemprego, pela falta de comida e pela insegurança. Assistiram, apoiados no mais alto luxo, a morte da esperança.

Lula ainda alega sua inocência. Empunhado em sua evidente psicopatia, com um discurso perverso, na rádio Tupi do Rio, Lula classifica a investigação como “piada” e completa: “Espero que o Moro leia os autos e anuncie para o Brasil a minha inocência. Eu já provei que sou inocente. Quero que eles agora provem minha culpa”.  O eterno e surrado discurso vitimista. ­

Vinte e dois anos de reclusão já servem como resposta.

Escrito por: Camila Abdo




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Sexo casual, conquista feminista, desilusão feminina




A busca pelo prazer promíscuo resulta principalmente em angústia e abandono.

George Gilder

O movimento feminista trouxe muitas mazelas a vida das mulheres. Jornada dupla (muitas vezes triplas) de trabalho, lares defeitos, mães solteiras (calma… Eu sou mãe solteira. Não surte!), gravidez indesejada pelo sexo casual e lares desfeitos.

Com fartas insinuações de que as gerações de nossas mães e avós eram prisioneiras e sexualmente ignorantes, se armou uma enorme cilada para as mulheres de hoje estarem como estão: sozinhas, decepcionadas e machucadas.

Conforme o movimento feminista foi ganhando notoriedade, começaram a denegrir o papel tradicional da mulher e sugerir que as donas de casa careciam de liberdade sexual e o sexo depois do casamento se tornou vergonhoso, dando espaço para o sexo casual e para o “amor livre” tornando a vida da mulher uma bagunça. O ato sexual perdeu seu significado de privacidade e extensão de uma relação sólida e apaixonada.

As feministas convenceram as mulheres que praticar sexo casual as tornariam livres e “donas de si”, libertas e supostamente felizes e completas.
Betty Friedan, uma das percursoras do movimento feminista dos anos 60, autora do livro “Mística Feminina”, ajudou a incutir a ideia de que a mulher que era mãe e dona de casa era infeliz, improdutiva e submissa e que via “o mundo passar correndo pela sua porta enquanto ela somente assiste”, era marxista antes de se casar e seu casamento foi um desastre completo. Ela foi criada em um lar desestruturado e seu casamento seguiu o mesmo horizonte. Ela e Carl Friedan (seu esposo) se agrediam, tanto física como verbalmente e ela não conseguia cuidar dos filhos de forma regrada e concisa. Sua vida doméstica era opressiva e por tanto ela concluiu que todas as mulheres eram oprimidas. Ela classificou o casamento como um “campo de concentração confortável” e, ao invés de superar seus problemas, ela forjou um problema social e convenceu um bom número de mulheres a acreditarem.

As mulheres começaram a se afastar de seus maridos, a se separarem em busca de uma falsa liberdade e elas e as gerações posteriores passaram a praticar sexo casual (e irresponsável) promovendo um afastamento radical dos costumes morais e culturais anteriores, causando assim, sérias consequências especialmente (e principalmente) para as mulheres.

“As mulheres que agiram sob os ensinamentos das revolucionárias sexuais feministas têm sofrido grandemente” – Carolyn Gralia em Domestic Tranquility.

Com relativismo moral proposto pelas feministas dos anos 60 – olhem para dentro de si para encontrar o sentido da vida – produziu-se uma profunda transformação na moral sobre o sexo.

A regra do relativismo moral é fazer aquilo o que te faz feliz sem a ponderação da moral que envolve religião e costumes. É criar os seus próprios padrões.

O politicamente correto, enfiado em nossas goelas abaixo, sem a possibilidade de cuspi-lo e como uma forma de mascarar a real intenção das feministas de destruir os costumes morais, proibiram os médicos e ginecologistas alertar os jovens sobre os malefícios do sexo casual e instrui-los que era mais satisfatório esperar pelo casamento, tal como era feito antigamente.

De acordo com o livro “o outro lado do feminismo” de Phyllis Schlafly: “A Planned Parenthood considera a promiscuidade normal, e é tremenda a pressão sobre os profissionais de saúde para compartilhar essa visão. Médicos e orientadores psicológicos são empurrados num mundo onde não podem transmitir certos fatos, pois seria politicamente incorreto e prejudicaria a agenda da esquerda.

Educação sexual é um movimento social, e sua meta é mudar a sociedade. Esse movimento idealiza um mundo sem tabus e sem restrições. Idealiza um mundo livre da moralidade judaico-cristã.

Nenhuma crítica é permitida. Nesse mundo ideal, existe uma total igualdade de gênero.”

Com a depravação moral intrínseca na sociedade nos dias de hoje, as escolas assumiram a responsabilidade que deveria ser dos pais e passaram a ensinar educação sexual nas escolas, mas dentro das regras do politicamente correto, onde não podem fazer juízo de valores. Apenas recomenda-se o uso de preservativos, sem nenhum limite moral.
As consequências para as mulheres foram (e estão sendo) mais profundas do que se podia mensurar. Além de se relacionar casualmente para evitar julgamentos das progressistas e se sentirem “normais” dentro da sociedade, estão cada vez mais vivenciando a solidão e a angústia.

Ter relações com diferentes parceiros é emocionalmente destruidor, pois as mulheres, ao se relacionarem de forma promíscua, esperam que o homem se interesse por elas sentimentalmente, o que não vai acontecer. Essas mulheres confundem necessidade sexual masculina com interesse de as conhece-la melhor para construir um relacionamento.
Para evitar tamanha desilusão, os progressistas bombardeiam as mulheres com centenas de imagens de mulheres praticantes de sexo casual fortes e bem resolvidas. Mas a realidade é outra, causando mais confusão na cabeça das mulheres.

As mulheres não fazem sexo pela satisfação sexual. Elas fazem sexo por duas razões: ou para se integrar a um grupo ou para ser amada. E esse último, não esta se concretizando.

Em tempo: A idealizadora da Planned Parenthood foi Margaret Sanger, eugenista e simpatizante da Kun Klux Klan. Margaret queria que as clínicas fossem instaladas em bairros majoritariamente negros, pois os considerava inferiores.

Na Revista Controle da Natalidade, Sanger escreveu em maio de 1919 :

“Mais nascimentos entre as pessoas aptas e menos entre as não aptas, esse é o principal objetivo do controle da natalidade”.
A capa do número de novembro de 1921 dizia: “Controle da natalidade, para criar uma raça de puros-sangues!”.

Os vínculos entre o movimento eugenista e o movimento de controle da natalidade são numerosos e visíveis até 1942. Margaret Sanger o explica:

“O controle da natalidade, que foi criticado como negativo e destrutivo, é na verdade o mais importante e autêntico dos métodos eugenésicos, e sua integração ao programa de Eugenia outorga de maneira imediata um poder concreto e realista a essa ciência. De fato, o controle da natalidade já foi aceito pelos eugenistas mais lúcidos e sagazes, como a medida mais necessária e construtiva para a saúde racial”.

“Antes de que possam atingir seu objetivo, os eugenistas e todos aqueles que trabalham na melhoria da raça, devem em primeiro lugar facilitar o controle da natalidade. Igual que os promotores do controle da natalidade, os eugenistas, por exemplo, procuram assistir à raça mediante a eliminação dos inaptos. Ambos buscam o mesmo objetivo, mas insistem em métodos diferentes”.

As 5 citações seguintes refletem as convicções de Margaret Sanger:

1. “Não é necessário que circule a ideia de que queremos exterminar a população negra”

Como revela uma de suas cartas ao Dr. Clarence Gambler, datada de 19 de dezembro de 1939, Sanger incentivou a esterilização de pessoas consideradas “inaptas”, como os negros, as minorias étnicas, os doentes e os deficientes. De acordo com a organização norte-americana Live Action, o Instituto Guttmacher (antiga divisão de pesquisa pró-aborto do planejamento familiar) estimou que os afro-americanos eram cinco vezes mais propensos a recorrer ao aborto que os brancos. As clínicas de “planejamento familiar” foram estrategicamente implantadas, portanto, nas comunidades de negros e minorias étnicas. Ainda hoje, 37% dos abortos são praticados pelos membros da comunidade negra, que representa, porém, apenas 13% da população dos EUA.

2. “Eu aceitei o convite para entrar em contato com o ramo feminino da Ku Klux Klan”

Esta citação vem de um discurso de Margaret Sanger em 1926 durante reunião da Ku Klux Klan em Silver Lake, New Jersey, transcrito em sua autobiografia (A autobiografia de Margaret Sanger). “Eu fui escoltada até a tribuna, fui apresentada e então comecei meu discurso… Acho que, no fim, alcancei o meu objetivo por meio de ilustrações simples”.

3. “Eles são (…) as ervas daninhas da humanidade”, “reprodutores irresponsáveis”, “geram (…) seres humanos que jamais deveriam ter vindo ao mundo”

No livro “Pivot of Civilization”, Sanger se refere aos pobres e aos imigrantes explicando que, no caso deles, a “caridade” se baseia no erro ideológico.

4. “O controle dos nascimentos consiste, nem mais nem menos, na eliminação das pessoas inadequadas”

É em escritos como “A ética e o controle dos nascimentos” e “O controle dos nascimentos e a nova raça” que Sanger afirma que o controle da natalidade procura principalmente produzir uma “raça mais própria”, eliminando quem ela considera “inadequado”.

5. “Acho que o maior de todos os pecados é trazer filhos ao mundo”

Esta citação vem de uma entrevista de 1957 com o jornalista Mike Wallace: “Eu acho que o maior de todos os pecados é trazer filhos ao mundo – que têm doenças por causa dos seus pais, que não terão a chance de se tornarem seres humanos dignos desse nome. Delinquentes, prisioneiros, todo tipo de coisa que já está inscrito no nascimento. Esse, para mim, é o maior pecado que se pode fazer”. Como solução, Margaret Sanger preconizou que cada família americana pedisse permissão ao governo para ter um filho. Ela já tinha declarado à revista America Weekly em 1934: “Tornou-se necessário estabelecer um sistema de permissão de nascimentos”.

 

Texto de Camila Abdo

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Hannah Baker, Baleia Azul e Bullying. (Vídeos)







Pela memória de todas as crianças e adolescentes que morreram pela omissão das autoridades escolares e da sociedade.

A série da NetFlix “13 reasons why” que vem ocupando os primeiros lugares a semanas, conta a história de uma menina de 17 anos, Hannah, nova na cidade que cometeu suicídio. Antes de fazê-lo ela grava 13 fitas, explicando tudo o que a levou cometer o ato e apontando a responsabilidade de cada pessoa em sua decisão.

Hannah buscava se integrar a um grupo, como todo adolescente e viveu paixões passageiras e intensas.

Tudo começa quando Hannah se apaixona por Justin, um dos populares do colégio e jogar do time de destaque. Seu primeiro beijo ocorre em um parquinho de recreação e, ao descer pelo escorregador, Justin tira uma foto em que mostra Hannah deitada e sua peça intima a mostra.

Mostra a foto para Bryce, seu melhor amigo e destaque do time. Bryce espalha a foto pelo colégio.

Logo na sequência, Alex, revoltado com o término do namoro com Jéssica, melhor amiga de Hannah, espalha a mentira que ele e Hannah ficaram e faz uma lista em que coloca Hannah como a melhor “bunda” do colégio e Jéssica “a pior”.

E com esses dois fatos, Hannah passa a sofrer assédio sexual, verbal e psicológico.

Mas, não foram as palavras que levaram Hannah ao suicídio, foram as atitudes. O tapa na cara, a humilhação, a inadequação. As passadas de mão na “bunda”, o estupro violento e a solidão. Assistir ao estupro da amiga e não fazer nada.

Sua intimidade foi brutalmente violada e, quem deveria incentiva-la a denunciar, disse para ela “esqueça isso e siga em frente”.

Um conjunto de violações e agressões físicas e psicológicas que se estendeu por 2 anos, sem conseguir uma ajuda efetiva.

Mas essa não é só uma história de ficção. Um seriado que se tornou viral entre os adolescentes. Essa é uma história real, que leva muitos jovens a tirarem a própria vida.

A reflexão proposta pela série se torna relevante diante da constatação: Hannah não existe somente na ficção. O suicídio é um problema de saúde pública, mas ainda visto como tabu social. Na Região Metropolitana do Recife, por exemplo, jovens do sexo feminino estão entre as ocorrências mais frequentes de tentativas de acabar com a própria vida, segundo estudo recente das médicas e pesquisadoras Bárbara Marcela Beringuel e Marília Teixeira de Siqueira (a última do Centro de Assistência Toxicológica de Pernambuco). O levantamento aponta que há “predominância do sexo feminino (66,9%), jovens (31,8%), de baixa escolaridade (59,2%), de cor parda (94,4%) e na condição de empregados (69,4%)”.

O bullying não é uma brincadeira inocente. Ele envergonha, humilha e isola. Machucar alguém, física ou emocionalmente, nunca é engraçado e deve ser visto com seriedade. Separar as pessoas por aparência física, aproveitamento escolar, financeiramente, raça, etc não é divertido e muito menos saudável.

No caso de mulheres que se envolvem em casamentos agressivos, muitas relatam passividade frente ao bullying que sofreram no colégio.

O bullying impacta profundamente a vida do adolescente ainda em formação psicológica, podendo prejudica-lo em diversos campos para o resto de sua vida.



Baleia Azul

Um jogo com 50 desafios que começou na Rússia, onde o último item é o suicídio. Nos últimos 2 anos, o jogo se estendeu pela Europa, finalmente chegando ao Brasil. Os adolescentes são previamente selecionados para participar de 50 desafios, cumprindo tarefas que incluem escrever frases e fazer desenhos com lâminas na palma da mão e nos braços, assistir a filmes de terror de madrugada, subir no alto de um telhado ou edifício, escutar músicas depressivas, mutilar partes do corpo. A última é tirar a própria vida.

Ao menos três Estados brasileiros (Mato Grosso, Minas Gerais e Paraíba) estão investigando casos de suicídio e de mutilações relacionadas ao jogo.

Em Vila Rica (MT), uma menina de 16 anos cometeu suicídio na terça (11). Segundo a polícia, ela deixou duas cartas onde falava sobre as regras e a cronologia das ações a serem cumpridas e também apresentava alguns cortes nos braços e coxas.

À revista “Veja”, a mãe da garota relatou que a filha havia mudado de comportamento nos últimos dois meses e que encontrou um papel em que a estudante havia escrito com a própria letra regras a serem cumpridas, como abrace os seus pais e diga a eles que os ama; peça desculpas e tire a sua vida. O documento está com a polícia.

Em Pará de Minas (MG), a polícia investiga a morte de um jovem de 19 anos, na última quarta (12), que, segundo a família, também estava participando do Baleia Azul. À polícia, a mãe do rapaz relatou que ele vinha tentando deixar o grupo, vinculado ao jogo, mas sofria uma pressão muito grande e nos últimos dias agia de forma estranha.

Afirmou ainda que ele já tinha cumprido alguns desafios, como tirar uma fotografia assistindo a um filme de terror, filmar a ele mesmo no alto de um edifício e chegou a se cortar tentando desenhar uma baleia no braço com uma lâmina de barbear quebrada, desafio que não terminou. O rapaz era casado e tinha uma filha recém-nascida.

A Polícia Civil mineira, que investiga o caso, diz que o grupo que o jovem participava está sendo investigado e foram encontrados participantes com idades entre 10 e 20 anos de todos os Estados brasileiros.

Na Paraíba, o setor de inteligência da Polícia Militar abriu na terça-feira (11) uma investigação para apurar a participação de estudantes de João Pessoa no desafio da Baleia Azul. As denúncias são de que alunos de uma escola da capital estariam participando do grupo e já teriam realizado de automutilação.

Esses adolescentes já tem uma propensão ao suicídio, já estão mentalmente abalados e precisam de ajuda. Precisam ser ouvidos.




Tiroteios em escolas americanas (os atiradores justificaram o bullying como estimulo para tal atrocidade)

 

Columbine – 1999

O ataque na Columbine High School, em Littleton, no Colorado, se tornou um dos massacres escolares mais famosos da História, e inspirou o documentário “Tiros em Columbine”, do cineasta Michael Moore, premiado com o Oscar em 2003, e o longa “Elefante”, do cineasta Gus Van Sant, vencedor da Palma de Ouro no fetsival de Cannes no mesmo ano.

Na manhã de 20 de abril de 1999, Eric Harris, de 18 anos, e Dylan Klebold, de 17, mataram 12 estudantes e um professor. Outras 27 pessoas ficaram feridas durante o ataque, que terminou após 45 minutos, com o suicídio de Harris e Klebold.

Red Lake – 2005

Após matar seu avô e a namorada dele, o jovem Jeffrey Weise, de 16 anos, seguiu para a escola onde estudava, na reserva indígena Red Lake, em Minnesota, e iniciou um tiroteio que deixou nove mortos e cinco feridos em 21 de março de 2005.

Antes do massacre, em comentários na internet Weise descreveu a reserva como “um lugar em que as pessoas escolhem o álcool em vez da amizade”, e expressou admiração pelo líder nazista Adolf Hitler. O atirador, que havia tentado cometer suicídio em duas ocasiões, morreu ao disparar um tiro de espingarda contra o próprio queixo depois de ser atingido por policiais.

Virginia Tech – 2007

Na manhã de 16 de abril de 2007, o estudante sul-coreano Seung-Hui Cho, de 23 anos, abriu fogo no campus do Instituto Politécnico da Virginia, em Blacksburg, matando 32 pessoas e ferindo outras 17. Na adolescência, Cho havia sido diagnosticado com problemas de ansiedade, e foi acusado de perseguir duas estudantes no campus.

Após duas horas de tiroteio, que resultaram na morte de 23 estudantes e cinco professores, Cho se suicidou com um tiro na cabeça.

Oikos University – 2012

O tiroteio na Oikos University, uma universidade coreana cristã de Oakland, na Califórnia, deixou sete mortos e três feridos na manhã de 2 de abril de 2012. A ação durou cerca de três minutos. Armado com uma pistola calibre 45, o atirador, identificado como One L. Goh, ex-aluno da universidade, entrou numa aula de enfermagem e abriu fogo contra estudantes antes de fugir no carro de uma das vítimas.

Horas mais tarde, Goh – posteriormente diagnosticado com esquizofrenia – se entregou às autoridades em Alameda, a oito quilômetros de Oakland. Ele aguarda julgamento e pode ser condenado à pena de morte.

Cleveland, Ohio – 2012

Em 27 de fevereiro de 2012, TJ Lane, um jovem de 17 anos, matou três adolescentes em um ataque na cafeteria da escola de ensino médio Chardon, em Cleveland, no estado de Ohio. Lane foi condenado à prisão perpétua sem possibilidade de condicional em março de 2013.

Sandy Hook – 2013

O massacre na escola primária de Sandy Hook, em Newtown, no estado de Connecticut, reacendeu a discussão sobre o controle da venda de armas de fogo nos Estados Unidos, e levou à criação de uma proposta que intensificaria a verificação de antecedentes nas vendas de armas. A proposta foi reprovada no Senado, um resultado que o presidente americano Barack Obama descreveu como “vergonhoso”.

O massacre de Sandy Hook aconteceu no dia 14 de dezembro de 2013. Após assassinar sua mãe, Adam Lanza, de 20 anos, matou 20 crianças entre 6 e 7 anos na escola primária em que havia estudado na infância, além de seis funcionários da escola.

Seattle, Estado de Washington – 2014

Em 24 de outubro de 2014, três pessoas morreram após estudante disparar seis tiros no refeitório do colégio Marysville-Pilchuck. Jaylen Ray Fryberg era um aluno popular que havido sido eleito rei do baile da escola na semana anterior. O ataque deixou quatro feridos e dois mortos, incluindo o atirador.

Seattle, Estado de Washington – 2014

Em 5 de junho de 2014, uma pessoa morreu e três ficaram depois que um homem abriu fogo no campus da Universidade do Pacífico. Os estudantes foram alertados que havia um atirador no campus por meio de uma mensagem de texto, enviada em massa pela administração. O suspeito foi preso no local.

Roseburg, Oregon – 2015

Em 1º de outubro 2015, Chris Harper Mercer, de 26 anos, matou nove pessoas na Universidade de Umpqua, em Roseburg, zona rural do Oregon. Mercer , que portava três armas – uma delas era um fuzil automático – morreu em tiroteio com a polícia logo após o ataque.

Townville, Carolina do Sul – 2016

Em 28 de setembro de 2016, um atirador de 14 anos invadiu a escola primária Townville Elementary School, na Carolina do Sul, e atingiu três crianças. Jacob Hall, de 6 anos, foi morto no ataque. Antes de invadir o terreno da escola, o jovem também matou o pai, Jeffrey Osborne, de 47 anos. O atirador foi detido pela polícia.

Alpine, Texas – 2016

Em 9 de setembro de 2016, depois de atirar em uma colega no banheiro da escola, uma aluna de 14 anos se matou na Alpine High School, no estado do Texas. A atiradora planejada matar seu meio-irmão, que frequentava a mesma escola. A aluna que foi vítima do tiro foi escolhida aleatoriamente e sobreviveu ao ataque.

Glendale, Arizona – 2016

Em 12 de fevereiro de 2016, duas alunas foram mortas em uma escola de ensino médio Independence High School, em Glendale, no estado do Arizona. As adolescentes, de 15 anos, foram encontradas mortas próximas a lanchonete da escola, com uma arma jogada no chão. A suspeita da polícia é que tenha sido um assassinato seguido de suicídio.

 




Um caso real que virou filme:

Dina Van Cleve, uma adolescente do ensino médio, linda, com excelentes notas e estrela do time, envia suas fotos nua para seu namorado para agrada-lo. Porém, a amiga, com inveja da popularidade de Dina tem acesso as fotos e envia para o celular de todos no colégio, se tornando viral. Os alunos a reconhecem e a tortura – real e virtual – começam. Seus amigos se afastam, o namorado a abandona e os ataques se intensificam cada vez mais. Até que o pior acontece: Dina comete suicídio.

Sua mãe empreende uma verdadeira investigação para saber o que levou a filha a tomar tal atitude, buscando implacavelmente pela verdade.

 

Durante a investigação, sua mãe descobre um vídeo-diário, em que a filha desabafa todas as agressões sofridas imposta por todos os seus amigos, inclusive pela melhor amiga, que a traiu para ficar com a sua vaga no time da escola.

 

Agressões físicas e psicológicas, incluindo a depredação de sua residência, o filme nos faz refletir a forma como tratamos as pessoas e como podemos feri-las irremediavelmente.

 

Porém, diferente da personagem fictícia Hannah Baker, a pessoa que deu início a derrocada e posterior suicídio de Dina foi responsabilizada, julgada e condenada por divulgação de pornografia infantil.




Mais casos reais mostrados em um único documentário: “Bullying”

“Bullying” é um inquietante documentário do diretor norte-americano Lee Hirsch. É um documentário extremamente oportuno.

Trata de um dos temas mais complexos do mundo atual: o bullying nas escolas cuja violência está assumindo uma proporção inimaginável, produzindo inclusive vítimas fatais.

Como podemos ver no vídeo acima, a diretora envergonha a vítima ao invés de punir o agressor

É com precisão cirúrgica que o documentarista escolhe seus cinco casos emblemáticos, em quatro Estados norte-americanos, acompanhando-os ao longo de um ano.

 

Tyler Long, um adolescente bonito e inteligente, de 17 anos, amado pelos pais, bem-sucedido nos estudos e no esporte, se suicidou por conta da pressão insuportável do assédio de colegas. Assédio que se traduz em ofensas, pancadas e humilhações numa escalada que parece incontrolável, especialmente porque tem prosseguimento fora dos muros das escolas.

 

Kelby Johnson, 16 anos, Oklahoma. Assumiu ser homossexual. Tal revelação deu início a uma perseguição por parte dos colegas.

Inclusive a escola de Kelby, ao que tudo indica, impediu a sua inclusão numa lista de candidatos a bolsas a partir do talento esportivo.

Tal perseguição forçou Kelby e sua família mudarem de cidade para um novo começo.

 

Ty Smalley, 11 anos, Oklahoma, se suicidou pela tirânica perseguição de seus colegas. Neste segmento do filme, um depoimento comovente é dado por seu melhor amigo, um garoto da mesma idade que comenta ter sido ele mesmo violento com outros colegas no passado.

 

Ja’Meya Jackson, 14 anos, Mississippi, uma boa aluna de conduta irrepreensível– foi detida numa prisão juvenil. Espera o julgamento por ter mostrado um revólver dentro do ônibus escolar cheio, em que vários passageiros eram os colegas que há vários meses a atormentavam de todo jeito. Ela foi responsabilizada por 45 tentativas de assassinato – o número de alunos a bordo do ônibus – de acordo com o xerife local. Sua mãe credita o excesso de rigor do xerife ao fato de a menina ser negra, num Estado com um histórico complicado em termos de relações raciais.

 

Alex, 14 anos, Iowa, é diariamente submetido a constrangimentos de tal impiedade no trajeto do ônibus escolar, que levam o documentarista a compartilhar as imagens filmadas com seus pais e com a diretora da escola. O caso de Alex é emblemático também no sentido de que o menino, bastante solitário, sente que, apesar das brincadeiras abusivas, os colegas que as praticam são os “únicos amigos” que ele tem.

Alex tem dificuldade de aprendizado e dificuldade de se socializar por traumas causados no parto prematuro. É um milagre Alex ter sobrevivido.

 

“Bullying” não se limita a expor os casos. Ele nos transporta para o sofrimento de cada uma das vítimas, e nos induz a fazer parte de um movimento de resistência a esses impulsos violentos e desumanizadores cujas raízes estão certamente fincadas na sociedade, e que transformam a vida escolar num pesadelo ao qual alguns não sobrevivem.

LUTE POR QUEM SE CALA

 

Texto de Camila Abdo






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Declaração de Levy Fidelix “contra gays” é liberdade de expressão, diz TJ-SP

O Tribunal de Justiça de São Paulo derrubou, nesta quinta-feira (2/2), sentença que havia condenado o presidente do PRTB, Levy Fidelix, e o próprio partido a pagar indenização de R$ 1 milhão por declarações polêmicas sobre homossexuais durante a disputa eleitoral de 2014. Por unanimidade, a 4ª Câmara de Direito Privado entendeu que as falas exibidas pela TV são protegidas pela liberdade de expressão.

A ação civil pública foi movida pela Defensoria Pública com base em debate na Rede Record entre presidenciáveis. A então candidata Luciana Genro (Psol) perguntou a Levy por que não aceitar como família casais formados por pessoas do mesmo sexo. Ele respondeu que “aparelho excretor não reproduz” e defendeu a necessidade de que a maioria “enfrente” essa minoria.

“Não podemos jamais, eu que sou um pai de família, um avô, deixar que tenhamos esses que aí estão achacando a gente no dia a dia […] Vamos ter coragem. Nós somos maioria, vamos enfrentar essa minoria, não ter medo de dizer que sou pai, mamãe, vovô e — o mais importante — que esses que têm esses problemas que sejam atendidos no plano psicológico e afetivo, mas bem longe da gente, porque aqui não dá”, afirmou o político.

Em primeiro grau, o juízo reconheceu o direito de um candidato expressar sua opinião, mas concluiu que os termos foram “extremamente hostis e infelizes a pessoas que também são seres humanos”, propagando “discurso de ódio” e causando “inegável aborrecimento e constrangimento a toda população”.

A sentença fixou indenização de R$ 1 milhão por dano moral, que deveria ser repassado a ações de promoção de igualdade da população LGBT, e determinou que Levy produzisse um programa com declarações favoráveis aos direitos desse público, com a mesma duração dos discursos no debate.

A defesa recorreu e conseguiu reverter a decisão nesta quinta, em breve voto do desembargador Natan Zelinschi de Arruda, relator do caso, que foi acompanhado por unanimidade. A tese só deve ser divulgada nos próximos dias, quando for publicado o acórdão.

A advogada Karina Fidelix da Cruz, que atuou na defesa de Levy, diz que os desembargadores não viram comprovado dano moral no episódio. Embora o recurso tenha sido deferido parcialmente, ela afirma que todos os argumentos centrais da defesa foram aceitos. Outros requerimentos apresentados na época à Justiça Eleitoral também já foram rejeitados, segundo Karina.

De acordo com o advogado Clovis de Gouvea Franco, que representou o PRTB, a manifestação questionada ocorreu durante um debate eleitoral e foi genérica, sem ser dirigida a nenhuma pessoa ou grupo determinado.  Ele afirmou ainda que, dentre os valores discutidos no processo, deveria prevalecer a liberdade de expressão.

A Defensoria declarou, em nota, que vai recorrer.

Processo 1098711-29.2014.8.26.0100

* Texto atualizado às 19h20 do dia 2/2/2017 para acréscimo de informações.

*fonte: http://www.conjur.com.br/2017-fev-02/declaracao-fidelix-gays-liberdade-expressao-tj?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

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Filho de Teori Zavascki já havia alertado sobre o risco de atentado contra sua família

Filho do ministro do STF Teori Zavascki, Francisco Zavascki postou, em maio de 2016, sobre supostas ameaças que seu pai e sua família estariam sofrendo. Teori é relator da Operação Lava Jato no Supremo e estava a bordo do avião de pequeno porte que caiu em Paraty nesta quinta-feira.

“É óbvio que há movimentos dos mais variados tipos para frear a Lava Jato. Penso que é até infantil que não há, isto é, que criminosos do pior tipo (conforme MPF afirma) simplesmente resolveram se submeter à lei! Acredito que a Lei e as instituições vão vencer. Porém, alerto: se algo acontecer com alguém da minha família, vocês já sabem onde procurar…! Fica o recado!”, escreveu Francisco em seu Facebook.

Resta a nós a manifestação, não podemos ver isso e ficarmos calados. Teori Zavascki está calado, agora eles vão pegar o próximo da lista, que seria o Sergio Moro? Como funciona isso?